quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Svelto BRS 15 metros!

Equipado com chassi Scania K310 6x2*4IB com 3º eixo direcional, o veículo conta com 2 portas do lado esquerdo e embarque em nível, e 3 do lado direito - sendo uma com elevador, ar-condicionado, local para cadeirante e 44 poltronas com catraca e posto de cobrador. A configuração escolhida pela Scania Brasil tem como objetivo atender às diversas regiões do país. O veículo fará parte da frota de demonstração aos clientes da fabricante do chassi. ‪#‎comilonibus‬ ‪#‎sveltoBRS‬ ‪#‎scania‬‪#‎urbano15metros‬

BYD já monta ônibus elétrico na fábrica de Campinas

Companhia quer alcançar 80% de conteúdo local em 2017
GIOVANNA RIATO, AB
A chinesa BYD já começou a montar chassis de ônibus elétricos em sua fábrica em Campinas (SP). A unidade foi erguida com investimento de R$ 250 milhões e contará ainda com centro de Pesquisa & Desenvolvimento. O cronograma da empresa prevê evolução do conteúdo nacional de seus produtos a partir do ano que vem até alcançar o índice de 80% a 85% em 2017, o que garantirá que os veículos da marca possam ser financiados pelo Finame.
A companhia trabalha no desenvolvimento de fornecedores locais e garante ter bons resultados. “Tem sido mais fácil do que imaginamos”, conta Adalberto Maluf, diretor de marketing e relações governamentais da BYD no Brasil. Ele reconhece que há alguns gargalos, entre eles a oferta de sistemas de tração, de cabos de média e alta voltagem, de células de bateria, além de controladores e inversores. 
O executivo diz que o projeto da empresa para a fábrica brasileira de ônibus não foi abalado pela crise. “Há um grande potencial para ônibus elétricos nas grandes cidades. Fizemos um planejamento de 10 anos que leva isso em conta”, defende, lembrando da legislação de São Paulo (SP), que determina o fim do uso de combustíveis fósseis no transporte coletivo da cidade, iniciativa que deve puxar ações semelhantes no resto do País.
O executivo espera que a demanda por modelos elétricos, incluindo trólebus, chegue a 500 unidades já em 2016. A procura por híbridos deve somar de 100 a 200 chassis. Já em 2017, a BYD projeta que o número total chegue a 2 mil unidades. “Em 2020 acreditamos que 25% das vendas de ônibus no Brasil já serão de modelos elétricos e híbridos”, indica.
Ele assegura que há vantagens importantes. O custo do veículo é equivalente ou até 5% superior ao de um modelo a combustão com piso baixo. A bateria é oferecida financiada por Leasing. Maluf aponta que o valor pago na bateria é mais do que compensado pela redução dos custos com abastecimento. “O nosso ônibus elétrico tem consumo de energia 48% menor do que um trólebus”, calcula. 
DESAFIOS
É claro que a evolução dos ônibus elétricos no Brasil não deve acontecer sem desafios. Maluf comemorou a redução do Imposto de Importação para veículos leves a tecnologia. “Isso é importante por abrir espaço para que um mercado seja criado no Brasil.” Ainda assim, ele lembra que o IPI continua elevado, em 25%, enquanto a alíquota para veículos flex é de apenas 7%. 
No Estado de São Paulo os ônibus sustentáveis pagam ainda ICMS mais salgado, de 18%. A tarifa é de 12% para veículos movidos a diesel ou biodiesel. “O imposto não precisa ser zerado, mas achamos justo que ele seja inferior ao de ônibus mais poluentes”, enfatiza Maluf.

Iveco Bus apresenta novo WayClass

Modelo chega em versões fretamento e escolar e complementa portfólio
A Iveco Bus anuncia a chegada do novo WayClass, micro-ônibus com capacidade para transportar até 29 pessoas. Encarroçado pela Mascarello sobre chassi 70C17, o veículo chega nas versões fretamento e escolar. Segundo a companhia, o modelo complementa o portfólio de produtos. 
O plano é, em breve, aumentar a gama de opções de carrocerias para o ônibus. “Já contamos com uma longa e bem-sucedida parceria com a Neobus, no modelo CityClass. Com o WayClass, damos ao operador do transporte a possibilidade de escolher a carroceria que traz a melhor solução para o seu negócio”, destaca Humberto Spinetti, diretor da Iveco Bus para a América Latina. 
A chegada do WayClass marca também a ofensiva da fabricante em um novo modelo de negócio. A empresa passa a vender o chassi 70C17 separadamente, sem encarroçamento. A expectativa é que a estratégia impulsione o crescimento da marca nos próximos meses. 
"Com isso, além de atender com maior competitividade as licitações, que representam cerca de 60% dos negócios do setor, com as duas novidades passamos a oferecer novas alternativas de customização para as vendas no varejo, que envolvem os outros 40% do mercado", completa. Segundo a empresa, o programa governamental Caminho da Escola já motivou a venda de 6 mil unidades do modelo City Class.
Fonte: REDAÇÃO AB

terça-feira, 17 de novembro de 2015

MARCOPOLO ENTREGA 56 UNIDADES DO ÔNIBUS TORINO PARA OPERADORADE TRANSPORTE DE BRASÍLIA

Os veículos serão utilizados em linhas semiurbanas do Distrito Federal 
A União de Transportes de Brasília Ltda. (UTB), operadora do transporte urbano do Distrito Federal, adquiriu 56 ônibus da Marcopolo. Os veículos, do modelo Torino, fazem parte do processo de ampliação de frota da empresa e serão utilizados no entorno da capital federal em linhas semiurbanas regidas pela ANTT.
Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo, a UTB está sempre modernizando sua frota com veículos da nossa marca. “O modelo Torino apresenta diversas inovações tecnológicas que ampliarão o conforto dos passageiros. Com conceito inovador e prático, o veículo trará um grande benefício a todos os usuários e para os operadores”, explica o executivo. 
Com 30 anos de história e mais de 100 mil unidades produzidas, o Torino é o modelo urbano mais bem-sucedido em toda a história da indústria brasileira do ônibus. Concebido para oferecer conforto e segurança para os passageiros, menor custo operacional e de manutenção para o operador, além de mais ergonomia e praticidade para motorista e cobrador. 
O Torino apresenta visual moderno e tecnologia aplicada a favor da funcionalidade, com sistema multiplex redesenhado e painel de instrumentos com tela colorida de LCD de 3,5 polegadas. Também conta com novos conjuntos ópticos frontal e traseiro que incluem luz diurna, que agrega mais segurança no trânsito urbano.
O modelo Torino tem capacidade para transportar 85 passageiros e possui chassi Mercedes-Benz. Oferece mais conforto, com maior largura interna, que garante amplo espaço para circulação e facilita a movimentação dos passageiros, iluminação interna em LEDs e nova decoração. As poltronas são ergonômicas urbanas estofadas com encosto alto. Outra inovação é o sistema de campainha com acionamento de chamada de parada por botão (sem fio). O modelo tem ainda poltronas preferenciais para idosos, gestantes e/ou deficientes, elevador semiautomático e espaço dedicado para cadeirantes.
Externamente, possui grade dianteira com desenho que permite melhor escoamento e captação de ar para a refrigeração do motor e do interior do veículo. O amplo itinerário garante melhor visualização e leitura.
Crédito da imagem: Vinicius Pauletti

sábado, 14 de novembro de 2015

Pássaro Marron completa 80 anos em novembro 2015

Ícone no transporte de passageiros no país e no desenvolvimento do Vale do Paraíba, empresa constrói um novo DNA
Em 18 de novembro de 2015, a Pássaro Marron completa 80 anos como uma das maiores empresas de transporte rodoviário intermunicipal e interestadual do país. A marca ganhou novo fôlego em 2011, investindo não só em novos ônibus para equipar sua frota, como em novas tecnologias e principalmente nas pessoas, visando a excelência para a prestação de serviços ao consumidor. Opera em mais de 50 cidades no Estado de São Paulo e Sul de Minas Gerais, registra mais de duas mil partidas diárias e transporta mais de 20 milhões de pessoas por ano, em seus mais de 460 ônibus.
Hoje a empresa possui terminais de autoatendimento, que permitem a compra direta de passagens e oferece serviços como transporte de encomendas (TEX) e programas de milhagem. Parte da frota é equipada com tecnologia wi-fi e conta com tomadas para aparelhos eletrônicos, além de dispositivos multimídia (DVD, rádio e TV). A empresa também está cadastrada em aplicativos de informação integrada sobre trânsito como o Moovit, Here e Google, que ajudam a planejar trajetos à medida que o usuário solicita informação.
O foco é a valorização das pessoas, que são o coração da companhia e a empresa investiu em treinamentos e capacitação constantes, criando a Escola de Formação de Motoristas, Treinamento de líderes e programas de Formação Contínua. Estes são os pilares da política de gestão da empresa, que mantém a oferta de aulas práticas, teóricas e dinâmicas de aperfeiçoamento aos funcionários.
“Além de modernizar os carros e investir solidamente em modernizar nossa estrutura, pensamos a gestão focada no trabalho com nossos colaboradores. Investimos em comunicação internamente e nos próximos anos todas as nossas metas estão ligadas a um objetivo comum, que é suprir o usuário com os reflexos desse trabalho, ou seja, fazer com que a o serviço que empresa presta seja percebido como satisfatório, rápido e que prima por ouvir e atender quem utiliza o transporte em sua rotina diária”, explica Rodrigo Bongiovanni, diretor da Pássaro Marron.
O caminho do tempo
1935 – Pássaro Azul... Aliás: Pássaro Marron. Meses depois de fundada a empresa muda de nome inspirada pela cor marrom, que era a com que os veículos ficavam por trafegar em estradas de terra.
1940 – A população do Rio de Janeiro e São Paulo crescem rapidamente e começa a ser planejada uma alternativa à ligação entre a capital do país (Rio de Janeiro) e a cidade economicamente mais importante (São Paulo). 
1951 – Década em que a Rodovia Presidente Dutra é construída, mudando a história do desenvolvimento da região do Vale do Paraíba, impulsionada pelo transporte.
1960 – Começa a duplicação da Rodovia Presidente Dutra. As obras são concluídas em 1967 e a ligação entre as cidades do Rio e São Paulo ganha investimentos do setor rodoviário no trecho, até hoje o mais cobiçado do setor.
1977 – A frota da Pássaro Marron (que era composta por 312 ônibus) ganha implantação de manutenção informatizada e novas linhas. 
1982 – Transferência da venda de passagens para o recém criado Terminal Rodoviário Tietê e a criação de novas agencias de vendas de bilhetes.
1984 – Abertura de uma filial da Pássaro Marron na Vila Guilherme (SP). A nova sede facilitaria o acesso ao terminal rodoviário do Tietê, uma das maiores garagens de empresas de ônibus na capital paulista. 
1998 – Época das viagens sem parada, os anos noventa marcaram mudanças significativas nos serviços e um decreto de lei indica que ônibus rodoviários devem fazer paradas a cada quatro horas; no trecho Rio - SP em, no mínimo, cinco horas e trinta minutos. 
2011 – A empresa reforça investimentos em aquisição de veículos, tecnologia de ponta e melhorias internas alinhadas a um novo modelo de gestão, focado em seus colaboradores.
2014 – A Pássaro Marron é pioneira na parceria com uma operadora de telefonia brasileira e passa a oferecer internet gratuita em ônibus.
Fonte/Autoria.: Suzana Esper

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Empresa com participação da Marcopolo compra MCI

Marcopolo: de janeiro a setembro deste ano, a NFI registrou receita total de US$ 1,1 bilhão
Marcelle Gutierrez, do Estadão Conteúdo
A Marcopolo informou nesta quarta-feira, 11, que a New Flyer Industries, empresa na qual possui participação de 19,97%, assinou acordo para comprar a Motor Coach Industries International (MCI) por US$ 455 milhões.
A MCI é a maior produtora norte-americana de ônibus rodoviários, com três fábricas e nove centros de serviços e de distribuição de peças.
De janeiro a setembro deste ano, a MCI registrou receita total de US$ 443 milhões, resultantes da comercialização de 576 ônibus novos e usados e da venda de peças de reposição e serviços aos clientes.
Já a New Flyer Industries é o principal fabricante de ônibus urbanos nos Estados Unidos e Canadá, com veículos movidos a diesel limpo, gás natural, híbrido diesel-elétrico e elétricos.
De janeiro a setembro deste ano, a NFI registrou receita total de US$ 1,1 bilhão, resultantes da comercialização de 1,791 mil novos ônibus e da venda de peças de reposição e serviços aos clientes.
"A localização das fábricas da MCI está alinhada com as unidades da New Flyer tanto nos Estados Unidos como no Canadá, o que facilitará os ganhos de sinergias", informou a Marcopolo, em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Empresa Marcopolo vai assumir controle da Neobus
Unidade Ana Rech da Marcopolo, em Caxias do Sul, RS: em 2014, a Marcopolo vendeu 13,4 mil ônibus no Brasil, com maior atuação nos segmentos rodoviário e urbano
Cleide Silva, do Estadão Conteúdo
A Marcopolo, líder na produção de carrocerias de ônibus, com quase 40% do mercado, vai assumir o controle da Neobus.
A empresa detém cerca de 12% das vendas do setor e já tem 45% de seu capital nas mãos da Marcopolo. Ambas têm sede em Caxias do Sul (RS).
Em troca da incorporação, os controladores da Neobus receberão 27,7 milhões de ações preferenciais da Marcopolo - cerca de 3% das ações da empresa -, o equivalente hoje a R$ 55,4 milhões levando-se em conta a cotação das ações da empresa na Bolsa de Valores.
O negócio ainda precisa passar por aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em 2014, a Marcopolo vendeu 13,4 mil ônibus no Brasil, com maior atuação nos segmentos rodoviário e urbano.
A Neobus vendeu 3 mil veículos e tem forte presença no segmento de micro-ônibus, no qual a Marcopolo tem pequena atuação.
Neste ano, até setembro, a Marcopolo vendeu 6,9 mil veículos, uma queda de 38,6% em relação a igual período do ano passado. Parte da queda está sendo compensada pelo aumento das exportações.
Segundo afirmou o presidente da Marcopolo, Francisco Gomes Neto, as duas companhias continuarão a atuar de forma independente nos mercados nacional e internacional, em termos de produtos, rede de comercialização e serviços.
Fonte: http://exame.abril.com.br/

Montevidéu terá novos ônibus Sveltos BRS

Configuração da carroceria Comil Sveltos BRS da UCOT.
A fabricante de carrocerias Comil negociou 41 ônibus com a empresa uruguaia UCOT (Unión Cooperativa Obrera del Transporte). Do total, foram 33 Sveltos BRS montados sobre os chassis Agrale MT 17.0 SB, equipados com motorização traseira e câmbio automatizado. Estes veículos serão aplicados no transporte urbano de passageiros em Montevidéu, capital daquele país.
Além dos ônibus urbanos, que até já foram entregues, as demais oito unidades são da carroceria rodoviária Campiones 3.25, que ainda serão produzidas pela encarroçadora.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

UTIL adquire ônibus Marcopolo Paradiso 1200

A União Transporte Interestadual de Luxo (UTIL) adquiriu 22 ônibus Marcopolo Paradiso 1200 Geração 7 com o objetivo de oferecer maior conforto e comodidade para seus clientes. A aquisição faz parte do processo de renovação de sua frota, voltada para o transporte rodoviário e irá proporcionar viagens ainda mais agradáveis com alto padrão de sofisticação e segurança.
Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo, atualmente as empresas de transporte estão investindo muito na elevação da qualidade dos serviços e na sofisticação. “A UTIL está sempre atenta a esta evolução no transporte rodoviário brasileiro e oferece veículos com elevado padrão de sofisticação, conforto e segurança para seus clientes”, explica o executivo. 
Ideal para o transporte em viagens de médias e grandes distâncias, o modelo Paradiso 1200, com chassi Mercedes-Benz, apresenta baixo custo operacional e extrema robustez. Com capacidade para 46 passageiros, tem poltronas semileito com descansa-pés/pernas, cintos de segurança retráteis, porta-copos, porta-revistas e sistema de ar-condicionado com dutos individuais. O modelo possui também, parede de separação do ambiente do motorista, com porta deslizante, sistema multiplex e itinerário eletrônico.

Sobre a Útil

A UTIL (União Transporte Interestadual de Luxo S/A) foi fundada em 1950 e atua nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Fonte/Autoria.: http://www.marcopolo.com.br/

De olho em 2016


Por Fábio Rogério

Assim como em outros setores do transporte, o segmento de ônibus sofreu com a quedas nas vendas provocada pela retração econômica. Se 2015 é um ano para esquecer, pelo menos o de 2016 é vislumbrado como um período melhor, onde eventos políticos (eleições para prefeitos) e esportivos (Olimpíadas no Rio) podem trazer algum alento às vendas.

Em 2014, toda a indústria vendeu 27.542 ônibus, segundo dados da Anfavea. Em 2015, esse cenário se agravou com a queda nos primeiros oito meses chegando a 29,9%, com 12.436 unidades vendidas. No mesmo período de 2014, haviam sido comercializados 17.782 chassis.

“Essa queda se acentuou em função da grande redução das compras do governo no programa Caminho da Escola. A redução, somada à restrição de crédito e à falta de confiança para o futuro, potencializaram a queda”, analisa Antonio Cammarosano, diretor de Vendas Nacionais da MAN Latin America. “2014 acompanhou a média dos últimos cinco anos, deixando o Brasil como o terceiro maior mercado mundial de ônibus, atrás somente de China e Índia, respectivamente. Já neste ano, como não poderia ser diferente, as vendas de ônibus acompanharam o cenário econômico. O segmento escolar foi o que mais sentiu, chegando a cair 64%. E a falta de regulamentação das linhas interestaduais deixou o segmento de rodoviários com uma queda de 39%. Acredito que 2015 fechará com um mercado entre 16.000 e 16.500 ônibus”, opina Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz. Enquanto para a MAN e a Mercedes-Benz as volatilidades do mercado nacional não são novidades, empresas novas como a Iveco Bus almejam entrar nesse disputado e difícil segmento mesmo com todos os obstáculos apresentando novidades. “Em 2014 a Iveco Bus deu um importante passo para a consolidação da marca no Brasil com o início da produção do chassi 170S28 e a comercialização das primeiras unidades. Hoje, o chassi já roda em empresas do Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá, Rondônia, Santa Catarina, Bahia e São Paulo. Além disso, o já conhecido modelo escolar da linha CityClass manteve uma boa representatividade no Programa Caminho da Escola, com aproximadamente 800 veículos vendidos no ano passado”, comenta Ricardo França, gerente comercial da Iveco Bus

As esperanças para 2016

“No ano que vem, esperamos resultados um pouco melhores, em virtude especialmente de processos de renovação de frotas já em curso em algumas capitais e cidades, onde o empresário terá que renovar por obrigações contratuais. A concretização dessa expectativa, no entanto, depende também da retomada da confiança do empresário brasileiro, da disponibilidade de financiamentos e da recuperação dos níveis da atividade econômica”, acredita Cammarosano, da MAN.

Para Antonio Cammarosano, diretor de Vendas Nacionais da MAN, mercado de ônibus sofreu em 2015 com a restrição de crédito e a falta de confiança do mercado com o futuro.

Antonio Camarosanno

Previstas para outubro de 2016, as eleições para prefeitos e vereadores são um fator a mais para motivação das fabricantes. “Temos, sim, uma expectativa de melhora no volume de vendas influenciada pelas eleições municipais, sobretudo no primeiro semestre, até como uma movimentação de compra antecipada. Algumas praças importantes como São Paulo, Porto Alegre e Juiz de Fora estão em processo de renovação de suas frotas de transporte público.

Nas cidades com novas licitações ou onde a idade média obriga renovações, as eleições municipais podem impulsionar as vendas, mas nada como uma grande retomada. Há ainda uma demanda represada, com cidades e empresas que, diante da crise econômica, postergaram investimentos para 2016”, comenta Antonio Cammarosano.

“Em 2014 a Iveco Bus deu um importante passo para a consolidação da marca no Brasil com o início da produção do chassi 170S28 e a comercialização das primeiras unidades”, fala Ricardo França, gerente comercial da Iveco Bus.

Ricardo França

Walter Barbosa, da Mercedes-Benz, é mais cauteloso: “Com as Olimpíadas no Brasil em 2016, esperamos um aumento na frota de ônibus no Rio de Janeiro (RJ). Em relação às eleições, o impacto no aumento de vendas depende de cada município para a compra de ônibus. Por isso, para o próximo ano, ainda é muito cedo para uma estimativa. Esperamos uma melhora gradativa nos próximos anos”.

“Acredito que 2015 fechará com um mercado entre 16.000 e 16.500 ônibus”, diz Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz.

Walter Barbosa

A Iveco Bus, que ainda “engatinha” em termos de vendas perto de seus principais concorrentes, projeta que o “mercado de transporte público tem muito a crescer ainda, principalmente para demandas de ônibus com ar condicionado”, segundo Ricardo França. “Um exemplo dessa demanda é a licitação que a prefeitura de São Paulo vai abrir no próximo ano, com a exigência de grande parte dos ônibus serem climatizados. E nosso chassi se adapta perfeitamente às exigências do município paulista”, finaliza o gerente comercial da Iveco Bus.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Marcopolo assina carta de intenções com os controladores da Neobus para incorporação da L&M.

Marcopolo incorpora Neobus por R$ 54,6 milhões
Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
O Conselho de Administração da Marcopolo aprovou a assinatura de carta de intenções, não vinculante, para estabelecer as bases e os princípios para uma potencial incorporação da L&M, controladora direta da San Marino Ônibus Ltda. (Neobus). Após a assinatura dos documentos definitivos e o fechamento da operação, as cotas da L&M serão transferidas para a Marcopolo. A alteração depende de manifestação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), entre outras medidas. A Neobus tem unidades fabris de ônibus em Caxias do Sul e Três Rios (RJ).
Atualmente, a Marcopolo detém 45% no capital votante e total da Neobus. Pelo acordo, os 55% detidos pela L&M passariam ao controle da Marcopolo. A L&M, por sua vez, será extinta, cabendo à Marcopolo todos os seus direitos e obrigações. Em virtude da incorporação, os quotistas da L&M, em substituição às suas quotas que serão extintas, receberão 27.710.582 ações preferenciais de emissão da Marcopolo em valor equivalente a R$ 54,6 milhões. As preferências da companhia fecharam em alta de 1,02% no pregão de ontem, a R$ 1,97. Com a transação, os ex-donos da Neobus passam a deter 2,99% dos papéis PN N2 da Marcopolo.
A relação de substituição foi estabelecida com base em negociações independentes entre as administrações da Marcopolo e da L&M, com base em avaliações econômico-financeiras de ambas as companhias, não estando sujeitas a ajustes. Satisfeitas as condições previstas na carta de intenções, as partes pretendem celebrar documentos definitivos da operação até 31 de janeiro de 2016.
De acordo com o CEO da Marcopolo, Francisco Gomes Neto, as duas companhias continuarão a atuar de maneira independente no mercado nacional e internacional, em termos de produtos, rede de comercialização e serviços. "A gestão continuará separada, como já ocorre atualmente, e como acontece com a unidade de negócio Volare, que tem linha de produtos e rede própria de representantes e concessionárias não vinculada à Marcopolo Ônibus. Também teremos sinergias nas áreas administrativas, operacional e de suprimentos", explica.
Segundo Edson Tomiello, CEO da Neobus, a mudança permitirá à empresa seguir independente nos aspectos de rede, comercialização, distribuição e portfólio de produtos. "No futuro, também poderemos aproveitar recursos fabris e logísticos, entre outros benefícios. O grande objetivo é a expansão do mercado internacional, visando otimizar e conquistar novos mercados e solidificar a marca", enfatiza. O documento prevê que os atuais controladores da Neobus - Edson Tomiello e Adelir Boschetti - permanecerão na gestão das operações para preservar os fatores competitivos da marca.
Receita acumulada da companhia até setembro registra recuo de 21%
A Marcopolo segue a sua estratégia de procurar minimizar o impacto da significativa queda de demanda do mercado brasileiro com o estímulo às exportações e o aumento das atividades de suas unidades internacionais. A empresa alcançou receita líquida consolidada de R$ 1,952 bilhão nos primeiros nove meses de 2015 contra R$ 2,465 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, com queda de 20,8%.
Na contramão da redução de demanda interna, as exportações e os negócios das unidades no exterior da Marcopolo cresceram 31,2% e reduziram a perda de 43,9% gerada no mercado brasileiro. O aumento das exportações no terceiro trimestre, sobretudo para atender a demanda de ônibus rodoviários, fez com que a Marcopolo deixasse de adotar, desde o início de outubro, a flexibilização de jornada em sua unidade fabril de Ana Rech, em Caxias do Sul. No entanto, a unidade Planalto, também em Caxias, segue com a programação de flexibilização de jornada.
Em unidades produzidas, o resultado obtido de janeiro a setembro deste ano pela companhia foi 32,6% inferior ao dos primeiros nove meses de 2014 (8.768 contra 13.017 unidades). No Brasil foram 6.962 unidades contra 11.344, no mesmo período, com queda de 38,6%. No exterior, houve aumento de 7,9% (1.806 contra 1.673).

ABAIXO O TEOR DA CARTA DE INTENÇÕES NÃO VINCULANTE ENTRE AS PARTES

“Carta de Intenções”

MARCOPOLO S.A. Incorporação L&M
MARCOPOLO S.A.
C.N.P.J. nº 88.611.835/0001-29
NIRE Nº. 43 3 0000723 5
Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

MARCOPOLO S.A. (“Marcopolo” ou “Companhia”) (BM&FBovespa: POMO3, POMO4), em cumprimento ao disposto no art. 157, §4º da Lei nº 6.404/76 (“Lei das S.A.”), vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, o Conselho de Administração da Marcopolo aprovou a celebração entre a Marcopolo e a L&M Incorporadora Ltda. (“L&M”), controladora direta da San Marino Ônibus Ltda. (“Neobus”), de uma carta de intenções não vinculante (“Carta de Intenções”), tendo por objetivo estabelecer as bases e os princípios que regularão as negociações para uma potencial incorporação da L&M pela Marcopolo (“Operação”).
Por meio da Operação, a totalidade das quotas da Neobus detidas pela L&M, que é titular de uma participação de 55% no capital total e votante da Neobus, passará a ser detida pela Marcopolo, que, nesta data, já detém uma participação minoritária de 45% do capital votante e total da Neobus. Desse modo, após a assinatura dos documentos definitivos (“Documentos Definitivos”) e o fechamento da Operação, a Marcopolo passará a deter o controle do capital da Neobus.
Descrição da Operação, Objetivos e Benefícios:
A Operação permitirá à Marcopolo consolidar o seu investimento na Neobus, companhia que atua no mesmo segmento da Marcopolo, possibilitando, assim, o aproveitamento das sinergias entre as operações, com ganhos de eficiência e racionalização de custos.
Além disso, as unidades de negócios Marcopolo, Neobus e Volare continuarão a operar de forma independente em termos de rede de comercialização e marcas. A Operação também possibilitará que a Marcopolo e a Neobus desenvolvam suas atividades com maior eficiência, tanto no país quanto por meio de exportações.
A incorporação da L&M pela Marcopolo, nos termos do art. 227 da Lei das S.A., resultará na absorção da totalidade do patrimônio da L&M pela Marcopolo, que sucederá a L&M em todos os seus direitos e obrigações,
com a consequente extinção da L&M.
Em virtude da incorporação, os quotistas da L&M, em substituição às suas quotas da L&M que serão extintas, receberão 27.710.582 ações preferenciais de emissão da Marcopolo (“Relação de Substituição”). A Relação de Substituição foi estabelecida com base em negociações independentes entre as administrações da Marcopolo e da  L&M, com base em avaliações econômico-financeiras da Marcopolo e da Neobus, não estando sujeita a ajustes.
A incorporação não ensejará direito de retirada aos acionistas da Marcopolo, nos termos da Lei das S.A. Condições para a Implementação, Aprovações e outras Informações sobre a Operação:
A consumação da Operação está sujeita à implementação de diversas condições, incluindo, entre outras, aprovação da incorporação pelos órgãos sociais competentes da Marcopolo e da L&M, conclusão satisfatória de due diligence na L&M e na Neobus, e em suas respectivas controladas, não alteração relevante do endividamento financeiro líquido da Neobus, obtenção da aprovação pelas autoridades de defesa da concorrência, e que seja alcançado acordo com relação aos Documentos Definitivos da Operação.
A Carta de Intenções prevê que os atuais controladores da L&M, que são os principais executivos da Neobus, tornar-se-ão acionistas da Marcopolo, e permanecerão na gestão direta da Neobus, como forma de preservar os fatores competitivos da marca.
As demais informações exigidas pela Instrução CVM nº 565/15 sobre a Operação serão divulgadas na forma de Fato Relevante quando da assinatura dos Documentos Definitivos e da convocação da assembleia geral da Marcopolo que irá deliberar sobre a incorporação da L&M.
Sujeito à satisfação das condições precedentes previstas na Carta de Intenções, as partes pretendem celebrar os Documentos Definitivos da Operação até 31 de janeiro de 2016.
A Marcopolo manterá os seus acionistas e o mercado informados sobre quaisquer eventos subsequentes relevantes relacionados à Operação.
Caxias do Sul, 03 de novembro de 2015.
Marcopolo S.A.
José Antonio Valiati
Diretor de Relações com Investidores
Fonte: Marcopolo e a L&M Incorporadora Ltda.


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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Goiânia aprimora sistema de transporte inteligente com Volvo Bus e Ericsson

A RMTC Goiânia, consórcio de empresas responsável pelo transporte público em Goiânia – a sexta maior cidade do Brasil – aprimora sistema de transporte inteligente após parceria entre Ericsson e Volvo Bus na América Latina.
A solução ITS4Mobility da Volvo, combinada com a liderança da Ericsson em serviços e integração de sistemas para conectar indústrias, apoia a operação diária da RMTC Goiânia, que inclui 1.300 ônibus e 6.000 pontos de ônibus, responsáveis por deslocar 600.000 pessoas todos os dias na região metropolitana de Goiânia.
A operadora de ônibus de Goiânia pode rastrear a frota em tempo real – tendo acesso à informação sobre tempo de viagem, pontualidade e quantidade de ônibus em cada rota. Essa informação é utilizada pela operadora de ônibus para distribuir os veículos de maneira otimizada e oferecer melhoria no serviço dedicado aos passageiros. Além disso, as emissões de CO2 são reduzidas devido ao gerenciamento mais eficiente dos ônibus.
Os passageiros também tem acesso a informação em tempo real sobre os horários de chegadas e localização dos ônibus via internet e aplicativos de smartphones.
Goiânia é a primeira cidade no Brasil – e também na América Latina – a selecionar a solução ITS4Mobility da Volvo. De acordo com o contrato, a Ericsson é responsável pela customização da solução para as necessidades específicas de Goiânia, além do suporte e manutenção.
Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus América Latina, diz: “Um transporte público de qualidade, que seja reconhecido pela população como tal, precisa ter um sistema de informação ao passageiro, para que as pessoas possam planejar a sua viagem e otimizar o seu tempo”.
Jo Arne Lindstad, vice-presidente de Indústrias e Sociedade da Ericsson América Latina, diz: “Sistemas de transporte inteligente são complexos, pois demandam a integração das tecnologias da informação e comunicação com a infraestrutura de transporte existente, as frotas de veículos e os passageiros em si. Esse acordo é uma evidência da liderança da Ericsson nesse setor, além de um exemplo da transformação positiva que acontece agora no setor de transporte que também ruma em direção à Sociedade Conectada”.
A combinação da liderança da Volvo em transportes sustentáveis e segurança no trânsito com a capacidade e conhecimento em consultoria, integração de sistemas e serviços gerenciados da Ericsson, permite desenvolver sistemas de transporte inteligentes que aprimoram a eficiência, a segurança e as credenciais ambientais necessárias ao setor de transportes.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Evanil inaugura serviço executivo entre Nova Iguaçu e Vila Isabel

Desde o dia 25 de setembro, os clientes da Evanil ganharam outra opção para chegar a Vila Isabel, partindo de Nova Iguaçu, além dos ônibus urbanos. O serviço executivo traz ainda mais conforto e comodidade. Isto porque os veículos possuem banheiro, Wi-Fi gratuito, ar climatizado, poltronas reclináveis.
A Evanil segue trabalhando para oferecer a você, cliente, além do bom atendimento, qualidade, conforto e segurança em suas viagens. Aproveite!
Confira aqui o itinerário e horários.

Na maior feira de ônibus do mundo Busworld 2015, veículos para todas as aplicações

por fernandosiqueira

Na Busworld 2015, empresas mundiais se empenharam em como agradar o cliente e atrai-lo para o ônibus.

Elétrico, híbrido, a gás natural, diesel ou etanol. Piso baixo, Low Entry ou piso convencional, com degraus. De cinco a 28 metros de comprimento. Convencional, articulado, biarticulado, midi e minibus. Rodoviário, urbano ou “all-rounder”, não importa. O que importa é atender as necessidades e desejos dos passageiros para atrai-los para o ônibus e ter preço e serviço para garantir o retorno sobre o investimento dos operadores.
É isso que as grandes montadores e fabricantes de ônibus mostraram na 23ª edição da Busworld Kortrijk, realizada na cidade belga de mesmo nome até o último dia 21. Ninguém mais diz que o modelo elétrico é o futuro. O futuro é a pluralidade de combustíveis, do diesel convencional ao elétrico, passando pelo biogás e híbrido, entre outros. O objetivo é alcançar zero emissões, mas isto vai depender das legislações em cada diferente mercado, da exigência cada vez maior do usuário e também da capacidade de investimento dos operadores.
Foram 411 expositores, sendo 67 diferentes fabricantes de ônibus, de 36 países, espalhados por 10 pavilhões que totalizam 13 mil m2 de área construída. A meta dos organizadores foi superar os 33 mil visitantes e, para isso, os fabricantes de ônibus colocaram à disposição dos participantes 76 veículos para teste no espaço externo do Kortrijk Expo.
Para convencer os clientes, os principais fabricantes, da Alemanha à Suécia e da China à Turquia, todos procuraram oferecer muito mais do que apenas o ônibus. Pelo menos na Europa, somente o veículo não atende mais a necessidade das cidades e de seus operadores.
Além do produto, o fabricante está fornecendo o que quase todos chamam de uma solução completa. Esta solução completa inclui suporte quase total, como instituições que facilitam o financiamento para a aquisição, monitoramento e manutenção da frota do cliente, imediata reposição de peças a até auxílio para revender o ônibus usado.
Outra característica cada vez mais forte no mercado, bem diferente do Brasil, é que não existe mais a diferenciação entre fabricante de chassi e fabricante de carrocerias (encarroçador). Quase todos são definidos agora como fabricantes de ônibus. As tradicionais montadoras, como Iveco, MAN, Mercedes-Benz, Scania e Volvo produzem seus veículos completos. Já as grandes encarroçadoras fecharam parcerias com fornecedores de powertrain, como ZF, DAF, Cummins, Allison, para comercializar o ônibus completo e são responsáveis pelo pós-venda de todo o veículo. Existem ainda as tradicionais encarroçadoras, de médio e pequeno portes, mas são poucas e estão perdendo espaço para as mais fortes.
Outra grande novidade é que, para atrair mais usuários (principalmente proprietários de automóveis) os ônibus urbanos estão com configurações internas muito próximas às dos rodoviários e não como no Brasil, com um interior espartano para não dizer totalmente desconfortável e nada convidativo. Os urbanos da Europa parecem automóveis de alto luxo, tanto por dentro quanto por fora, inclusive com poltronas que giram.

Volvo

Os destaques da Volvo na Busworld 2015 foram os lançamento do novo ônibus 7900 de 12 metros 100% elétrico e o sistema de condução dinâmica da Volvo (VDS). Pela primeira vez na história, a Volvo lançou um ônibus elétrico na configuração de 12 metros de comprimento para produção em série. As vendas começam em 2016 e amplia a gama de ônibus movidos a energia elétrica. O novo Volvo 7900 elétrico é executado silenciosamente, não emite gases de escape e é cerca de 80% mais eficiente em termos energéticos do que um ônibus diesel correspondente.
O Volvo 7900 elétrico possui baterias de lítio-íon que são carregadas tanto pela energia gerada sempre que os freios são acionados e também por intermédio da rede de corrente elétrica quando para no final do trajeto. Cada carga através da rede leva de três a seis minutos. Cada minuto de carga permite a 5-10 minutos de condução. O ônibus é projetado para rotas entre 10-20 km. Esse modelo será principalmente comercializado como uma solução completa “turnkey”, que engloba financiamento e manutenção do veículo e da bateria. A infraestrutura de recarga também será incluída no pacote através da cooperação da Volvo com a Siemens e ABB. Juntamente com parceiros locais, a Volvo Buses pode fornecer serviços de oficina. Configuração de velocidade e outras características de gestão da zona, serviços de depósitos e de gestão do tráfego são oferecidos opcionalmente.
O sistema de condução dinâmica da Volvo tem sido um equipamento dos caminhões da Volvo desde 2013. Agora, passa a ser oferecido também nos ônibus para ampliar as características de segurança. Na Europa, o sistema de direção Assistida Volvo Dinâmico (VDS) está sendo integrado aos modelos Volvo 9500, 9700 e 9900, bem como aos chassis com motores Euro 6 de 8 ou 11 litros. O sistema compensa automaticamente o piso irregular e elimina vibrações e trancos no volante, tornando a condução muito mais fácil e confortável. Ao dirigir em baixas velocidades, o volante de inércia é reduzido em cerca de 75%, o que também torna muito mais fácil as manobras. O sistema também facilita a direção e retorna o volante para posição central automaticamente quando o condutor o solta. Em altas velocidades, o ônibus mantém direção consistente, mesmo em estradas com superfícies ruins.

Scania

A fabricante sueca apresentou uma gama de motorizações que vão do etanol ao 100% elétrico, passando pelo diesel, biogás e híbrido. A montadora também aposta na solução total, com o seu “fleet care”. Para ela, o importante é promover a utilização do ônibus com produtos específicos para cada mercado. Entre os produtos, a novidade foi o lançamento da nova família Scania Interlink, considerada um “all-rounder”, ou seja, um único modelo que pode atender desde as necessidades do transporte urbano, como também intermunicipal e rodoviário. O modelo é oferecido em comprimentos de 11 a 15 metros, com dois ou três eixos, movido a gás, diesel e híbrido.
Van Hool
O grande diferencial do fabricante belga é oferecer modelos de ônibus diferenciados para nichos de mercado e sistemas de transporte em diversas partes do mundo. Sobretudo na Europa e América do Norte, onde possui uma fábrica de rodoviários e detém 8% de participação do mercado. A empresa é um dos bons exemplos de parceria, no caso com a DAF, para motores e eixos, e com a ZF para transmissões.
Os modelos de maior sucesso são o modelo TDX27 Astromega, um Double Decker, e o Exqui, veículo com desenho vanguardista e inusitado, produzido em tamanhos de 18 e 24 metros
motorização diesel híbrido, fuel cell e trolley (elétrico em linhas eletrificadas). Esses ônibus rodam em diversos programas e sistemas nos Estados Unidos, na França, na Escócia, na Alemanha e, recentemente, foram fornecidos para a Martinica, um departamento ultramarino insular francês no Caribe. O modelo Double Decker, TDX27 Astromega é sucesso de vendas nos Estados Unidos, com mais de 1.100 unidades comercializadas.

VDL

A novidade da outra fabricante belga também é o lançamento de um novo Double Decker, o Futura FDD2. O veículo tem acabamento primoroso e inova em sua configuração, onde a altura do piso inferior é maior que a do piso superior (1,855m e 1,724m, respectivamente). Para garantir maior conforto e segurança, o modelo conta com diversos equipamentos eletrônicos para condução e tem capacidade para transportar 96 passageiros, além de 9,3 metros cúbicos de espaço para bagagem.

Solaris

A polonesa Solaris vai comemorar, em 2016, 20 anos de sua fundação e apresentou dois novos modelos: o novo Urbino 12 Elétrico com um sistema de carregamento pantográfico no teto, e o novo Urbino 12 LE, (Low Entry). Livre de emissões e limpo, o “zero emissão” Urbino 12 Elétrico tem um novo processo de construção com leve e rígido bodyframe que garante menor peso total e interior espaçoso. O veículo apresentado é equipado com baterias de alta energia da Solaris que geram 240 kWh. O conjunto foi dividido em seis blocos separados de 40 kWh cada. Quatro blocos estão localizados na parte traseira do veículo, enquanto o resto é montado no teto, ao longo do primeiro eixo. Esta solução garante uma distribuição adequada da carga nos eixos e, além disso, oferece espaço adicional no compartimento de passageiros. O novo de 12 metros Urbino Elétrico é equipado com o eixo de acionamento elétrico com motores montados no eixo, com 125 kW de potência máxima cada. Este conceito libera espaço para os passageiros e reduz significativamente o peso do veículo.
O novo Urbino 12 Elétrico foi equipado com um sistema de carregamento pantográfico inovador. Com 450 kW de potência, permite uma recarga rápida das baterias na rota. Um plug-in de conexão tradicional também é fornecido e pode ser usado para carregar durante a noite na garagem. Já o novo ônibus Urbino 12 LE (Low Entry) é significativamente mais leve do que o seu antecessor, devido ao novo processo de construção, e teve a sua capacidade de passageiros aumentada para 44 passageiros sentados e 94 no total. Para isso, os engenheiros da Solaris aliviaram o peso no eixo de tração, melhorando as cargas por eixo, graças à movimentação de todos os tanques de ar para a parte da frente do veículo e posicionando tanques de combustível sobre os arcos das rodas dianteiras. Também relevante é que a versão 12LE foi preparada para acomodar motores Euro 6 de várias capacidades. O modelo apresentado na Busworld estava equipado com um motor Cummins ISB6.7, mas os clientes também podem escolher o motor Paccar / DAF MX-11.

Iveco

As novidades na Iveco estão na nova motorização Euro 6 e na oferta de veículos com diversos combustíveis, como o diesel convencional, o biogás, híbrido e 100% elétrico. O novo Crealis, desenvolvido exclusivamente para o conceito de Bus Rapid Transit, é produzido com as opções de ser movido a Diesel, gás natural ou híbrido elétrico, com motorizações fornecidas pela FPT.


O Magelys foi eleito o “Ônibus Rodoviário do Ano 2016″. O modelo conta com design elegante e dinâmico e possui três versões, cada uma disponível em dois comprimentos diferentes (12,20 e 12,80 m): Line, para viagens de média distância em condições de conforto excepcional; Pro, para serviços sofisticados nas linhas intermunicipais, nacionais e internacionais, e Lounge, uma nova versão completa. Baseada na Pro e com diferenciais como ZF AS-Tronic transmissão automatizada, assento do motorista com apoio de braço, degelo elétrico na janela do motorista, GPS, câmera de marcha à ré, câmera para a porta do centro, microfone, câmera, máquina de café, câmera filmando a estrada para os passageiros e teto central, de vidros duplos. Os seguintes equipamentos opcionais estão disponíveis: assentos com encosto de cabeça ajustável, entradas USB, display touchscreen de rádio e duas mesas de jogos na parte traseira com capacidade para oito passageiros.
Já o Urbanway é o modelo urbano de maior sucesso da Iveco é disponível em versões curta (10,60 m), padrão (12 m) e articulados (18 m); com motorizações Euro 6 HI-SCR, a gás natural (CNGs) e elétrica híbrida. Medindo 12 metros de comprimento, o ônibus apresentado na Busworld é alimentado pelo motor Iveco Cursor 9 Euro 6 HI-SCR de 360 hp. Tem capacidade para acomodar 21 passageiros, com espaço para um cadeirante, e oferece iluminação ambiente com LEDs embutidos no teto, que é projetado para ser compatível com a decoração personalizada selecionada pelo cliente; o fluxo de ar a partir do sistema de ar- condicionado é otimizado pelo uso de “cortina de ar” nas portas.

Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz lançou o novo urbano Citaro NGT (Tecnologia de Gás Natural). O veículo se destaca pelo silêncio e redução de emissões de CO2 – ambas são vantagens cruciais no tráfego pesado do centro da cidade. O modelo é comercializado nas versões convencional e articulado. O Citaro NGT também está aprovado para utilização com fontes de energia renováveis ​​nos termos de gás natural com a norma DIN 51624, sem restrições. O novo motor M 936 G a gás natural tem níveis ainda mais baixos de ruído do que o OM 936 diesel. Dependendo da forma de condução, as emissões de ruído são até 4 dB (A) inferiores, o qual corresponde ao nível de ruído percebido quase 50% menor.
O novo Mercedes-Benz M 936 G motor de gás natural com um deslocamento de 7,7 l é atualmente o motor a gás natural mais compacto de sua categoria. Ele oferece o desempenho de um motor diesel ao definir normas para as emissões de escape e sonoras. O motor é especialmente leve e compacto. Pesando apenas 747 kg, incluindo o catalisador primário, é cerca de 230 kg, ou quase 25% mais leve do que o motor antecessor com um deslocamento de 12,0 l.
O M 936 G é baseado no motor OM 936 turbodiesel, motor já está em uso no Citaro e Citaro G e Euro 6. O motor mono combustível de seis cilindros instalado na vertical funciona a gás natural comprimido (GNC). Tem potência de 222 kW (302 hp) a 2000 rpm e torque máximo de 1200 Nm entre 1200-1600 rpm.

Empresários querem rever condições do BNDES

O corte no financiamento dos programas de ônibus do BNDES só não piora o resultado das fabricantes pois as condições já eram muito desfavoráveis, diz José Martins, presidente da Fabus, a associação do setor, e vice-presidente da Marcopolo.
Voltado para a compra de máquinas, ônibus, caminhões e outros ativos, o PSI (Programa de Sustentação do Investimento) foi reduzido de um total de R$ 50 bilhões para R$ 19,5 bilhões.
O gasto com o subsídio aos juros, chamado de equalização, é coberto com dinheiro do Tesouro.
Com a redução, o dinheiro destinado a ônibus e caminhões saiu de R$ 18,2 bilhões e foi para R$ 7 bilhões.
As viações complementam o empréstimo do BNDES com dinheiro do mercado. Em média, sai por cerca de 17,6% ao ano, diz Martins.
"Esses juros são absurdos e ninguém está tomando [empréstimo]. 
Não é só a Marcopolo, todos os fabricantes estão sentindo."
Em 2015, a produção encolheu 34,6%, diz. Para o executivo, a solução é uma linha com menos participação do Tesouro e, por isso, menos suscetível a mudanças de condições, como o Finame.
"Se não formos atendidos, todos vão quebrar. O governo vai destruir o segundo maior produtor de ônibus do mundo, que é o Brasil."
Já a linha de bens de capital do PSI sofreu redução de R$ 11 bilhões. Nesse mercado, os empréstimos são vantajosos, diz Carlos Pastoriza, presidente da Abimaq (associação do setor).
No cálculo dele, o gasto com equalização do setor de máquinas é de R$ 1,2 bilhão. "Seria mais inteligente cortar o custeio do governo."
Diminuição do programa de investimentos - Em R$ milhões

Alternativa ao Diesel. Portugal e Espanha preparam rede de postos a gás natural

O gás natural é uma alternativa ao gasóleo, sobretudo nos transportes pesados de mercadorias e pessoas. Associação de operadores portugueses e espanhóis propõe rede ibérica com mais de 200 postos.
Os percalços de uns podem ser uma oportunidade para outros. É assim que os defensores de combustíveis alternativos estão a olhar para a fraude com emissões a gasóleo do grupo Volkswagen. Todos querem apanhar a boleia da mudança na política e nos comportamentos que poderá resultar do maior escândalo que abalou a indústria automóvel.
“Há que corrigir este disparate tecnológico que se cometeu há alguns anos”. O desafio foi lançado pelo presidente da comissão de mobilidade sustentável do parlamento de Barcelona, Pere Maliás I Andre, durante o IV congresso dos operadores de gás natural para transportes que se realizou na capital da Catalunha. O “disparate” foi aposta em força no gasóleo, que hoje representa mais de 60% do parque automóvel de países como Portugal e Espanha.
Uma das alternativas que está em marcha é o desenvolvimento de uma rede ibérica de postos públicos a gás natural com mais de 200 pontos de abastecimento. O tema está na agenda da Gasnam (Associação Ibérica de Gás Natural para a Mobilidade) que criou um consórcio entre os associados para promover este projeto junto dos governos dos dois países e da Comissão Europeia.
A proposta prevê um investimento global de 62 milhões de euros e foi apresentada esta terça-feira à Comissão Europeia e ao BEI (Banco Europeu de Investimentos), entidades que podem vir a financiar o projeto. A estratégia é avançar com uma rede de gás natural veicular (GNV), antecipando a diretiva dos combustíveis alternativos que obriga os Estados membros a desenvolver um plano nacional até 2020.
O aperto da malha às emissões nos transportes, com especial foco no gasóleo do transporte profissional, a descida do preço do gás natural e um maior número de fornecedores internacionais, combinado com um excesso de capacidade logística na Península Ibérica, resultam numa equação que dá força à alternativa gás natural.
O projeto para uma rede conjunta de Portugal e Espanha prevê dois tipos de postos de venda pública, explicou ao Observador, Nuno Afonso Moreira, presidente executivo da Dourogas, a distribuidora portuguesa que está a dinamizar este projeto na Gasnam: Os postos de Gás Natural Comprimido (GNC) vocacionados para o transporte urbano e os postos mistos onde se vende também Gás Natural Liquefeito (GNL), usado no transporte de pesados de mercadorias e de passageiros.
Rede portuguesa com 40 pontos de abastecimentos
O plano é instalar uma estação de GNL, a cada 400 a 450 km, e um posto de GNC para cobrir distâncias de 150 quilómetros e em cidades com mais de 100 mil habitantes (um por cada cem mil pessoas) e em todas as capitais de distrito. A rede do lado português prevê cerca de 30 postos de GNC e 11 postos mistos que abastecem também GNL (gás natural liquefeito). Considerando que já há algumas unidades a operar, o projeto aposta na construção de cerca de 30 novos postos, o que equivale a um investimento da ordem dos 15 milhões de euros (400 mil euros por posto GNC e um milhão euros por estações mistas) na rede portuguesa. 
Portugal tem quatro postos de GNC, dois usados pela Carris e os STCP, e dois públicos, abastecidos pela Dourogas, e seis postos mistos, dos quais dois são da Galp Energia e quatro da Dourogás. A empresa de Vila Real, que é dona da Goldenergy, vai lançar em janeiro um novo posto misto na fronteira em Elvas, precisamente para tirar partido dos percursos ibéricos do transporte pesado.
Os estudos ainda têm de validar o investimento, a procura e a rentabilidade desta iniciativa, mas para já pretende-se convencer os interlocutores políticos dos dois países, sublinha Nuno Afonso Moreira.E os promotores acreditam que se a infraestruturas existir, a procura vai aparecer. 
Do lado espanhol, o projeto já foi assumido pelo subdiretor-geral de políticas setoriais industriais, Alexandro Cros, durante a apresentação no congresso da Gasnam, que se realizou a 20 e 21 de outubro em Barcelona. O diretor-geral de Energia português foi mais cauteloso. Carlos Almeida explicou ao Observador que este projeto será analisado no quadro do roteiro para o gás natural, que está a ser preparado para a transposição da diretiva, mas ainda não há uma posição de apoio do governo. O responsável assinala contudo a existência de iniciativa privada nesta área. 
Gás natural é alternativa, mas para quem?

Até os promotores do Gás Natural Veicular (GNV) reconhecem que este combustível não é a alternativa aos combustíveis tradicionais, mas uma entre várias alternativas que estão a tentar ganhar espaço no mercado. O gás natural é mais adequado para o transporte pesado de carga e passageiros, podendo também ser utilizado em barcos. 

Em Portugal, já haverá pelo menos 25 camiões de transporte de mercadorias a gás natural, um segmento que tem vindo a crescer no espaço ibérico. No transporte de passageiros, o gás natural na versão comprimido é utilizado em autocarros da Carris e sobretudo nos STCP onde metade da frota anda a gás natural. No total, já há cerca de 350 autocarros de passageiros. Há igualmente camiões de lixo, designadamente a frota da Simar, empresa municipal de Loures e Odivelas. 
O gás natural é mais barato que o gasóleo. A poupança efetiva depende muito do preço do petróleo e também dos consumos, mas os números recentes apontam para uma economia até 40% face ao gasóleo no transporte de mercadorias e da ordem dos 20% a 25% no transporte urbano. A grande vantagem é contudo ambiental. Apesar de ser um combustível fóssil, o gás natural pode reduzir as emissões entre 20% a 80% para o caso dos famosos NOx (dióxidos de azoto) que tramaram a Volkswagen. 
O setor dos transportes é responsável por 25% das emissões poluentes na Europa e bastaria que 10% do mercado mudasse para o gás natural para se conseguir melhorar a qualidade do ar, de acordo com dados citados por Matthias Maedge, secretário-geral da associação europeia de gás natural. 
Mas nem tudo são rosas. Os camiões/autocarros são mais caros (cerca de 20%) e há limitações na autonomia, sobretudo por causa da insuficiente rede de abastecimento, uma situação que os promotores ambicionam inverter com a instalação de postos que assegurem uma rede de dimensão nacional e viabilize viagens ibéricas.
O combustível beneficia de impostos mais baixos, ao nível do imposto petrolífero, e há benefícios na compra ao nível do IVA, consagrados na reforma da Fiscalidade Verde. No entanto, o gás natural não tem o mesmo poder de atração que a mobilidade elétrica, sobretudo no transporte individual.
Há espaço para todos, dizem os defensores do gás natural. E mais do que concorrentes, os dois tipos de combustíveis funcionam como complementares, dada a reduzida autonomia dos carros elétricos, sobretudo pelo tempo de carregamento que, pelo menos para já, os condena a percursos urbanos. Mas o “inimigo número um” acaba por ser o Gás de Petróleo Liquefeito (GPL), sobretudo pelo efeito de experiências negativas que afastam os condutores do gás, seja ele qual for. 
Portugal até teve apostas ambiciosas nesta área, sobretudo a protagonizada pelos STCP. Mais de metade da frota da empresa de transportes coletivos do Porto é movida a gás natural. No entanto este compromisso está em risco, na medida em que o concurso de subconcessão dos transportes no Porto impõe uma renovação de frota, mas não salvaguarda que tenha de ser feita em gás natural. No limite, estes veículos podem ser substituídos por autocarros a gasóleo que nem sequer têm de ser novos.

Com novos ônibus, Paulínia atingi frota de transportes pública 100% adaptada

Foram entregues na terça-feira (20), dez novos ônibus para o transporte coletivo de passageiros e cinco ônibus rodoviários para o transporte de alunos
O transporte público de Paulínia ganhou reforço. O prefeito José Pavan Junior e o secretário de Transportes, José Valentim Krepski, entregaram nesta terça-feira, dia 20, no estacionamento da Prefeitura, 10 novos ônibus adaptados para reforçar o transporte público paulinense e mais 5 rodoviários, com 48 lugares, para o transporte de alunos dentro do Município.
Os ônibus, de cor amarela, com capacidade para até 90 pessoas, que já começaram a rodar desde quarta-feira, dia 21, vão reforçar os 52 que atuam no transporte coletivo de passageiros. Com os novos veículos, a frota paulinense será uma das mais novas da Região Metropolitana de Campinas – RMC.
Os ônibus já chegam 100% adaptados para atender pessoas com deficiência e assentos especiais para pessoas obesas e possuem três portas. Também contam com ventilação forçada, o que tornará as viagens mais confortáveis. E mais: todos têm GPS, viabilizando o monitoramento dos veículos em centrais instaladas em cada uma das três regiões da cidade.
Essa nova frota é equipada com motor biodiesel, que emite muito menos poluentes do que a atual. Todos os ônibus contam com monitoramento através de câmeras blindadas de última geração para fiscalizar internamente qualquer tipo de contratempo dentro dos veículos.
Para Pavan, a novidade é fruto do trabalho para atender as necessidades dos usuários, além de ser uma conquista da população. “Conduzimos um trabalho sério e transparente para que Paulínia pudesse viver um novo momento no uso do transporte público. Iniciamos em 2011 e em 2013, conseguimos que toda a nossa frota se adequasse as exigências da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Desde fevereiro de 2009, o transporte público aos domingos e feriados é gratuito, que são conquistas definitivas para o cidadão”, pontuou.
Novas linhas
O prefeito disse ainda que “com os novos ônibus, todas as 15 linhas ganham reforços, principalmente nos horários de pico (manhã e tarde), com aumento da sua capacidade em 50%. Também foram criadas duas novas linhas, a Linha 204 que vai atender os passageiros dos bairros Residencial Pazetti e Mariteta Dian, passando pela Unidade Básica de Saúde do São José e Rodoviária Municipal e a Linha 207, que vai atender os moradores do bairro Residencial Vida Nova, com percurso pela UBS São José e retorno à Terminal Rodoviário”, afirma Pavan.
O secretário de Transporte acrescentou que; “o monitoramento facilitará o cumprimento da pontualidade dos itinerários e os cinco ônibus rodoviários vão substituir os da frota existente, tirando de circulação os mais antigos, conforme determina a Associação Brasileira de Normas Técnicas”, explica.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

MARCOPOLO RECEBE CERTIFICAÇÃO PERFIL ENERGIA+LIMPA

A Marcopolo, uma das maiores fabricantes de ônibus do mundo, recebeu, no último dia 15 de outubro, a certificação Perfil Energia+Limpa, desenvolvida pela Perfil Energia, consultoria em energia com gestão ambiental da Ecovalor. A empresa foi distinguida pelas iniciativas que promovem a preservação e a melhoria do meio ambiente por intermédio da utilização de energia limpa em suas unidades fabris.
O certificado Perfil Energia+Limpa agracia as empresas que deixaram de emitir gases de efeito estufa (GEE) por intermédio da compra de energia renovável no Ambiente de Contratação Livre. Dentro do Programa Perfil Sustentável, desenvolvido e gerenciado por uma auditoria independente e, seguindo metodologia aceita internacionalmente, as empresas são avaliadas pela utilização de energia renovável.
Segundo Mauro Bellini, presidente do Conselho de Administração da Marcopolo, a empresa foi reconhecida por ter substituído a energia elétrica tradicional pela energia oriunda de fontes renováveis. "Contratamos a consultoria Perfil Energia, que nos assessorou em todas as unidades fabris.
Eles acompanham as medições e avaliam o consumo de energia limpa em cada companhia. Sempre utilizamos energia do modo convencional, vinda das grandes hidrelétricas e parte também de termelétricas, e hoje estamos, gradativamente, mudando para energia de fontes renováveis como eólica, PCH e solar", explica o executivo. 
As fábricas da Marcopolo em Caxias do Sul (unidades Ana Rech e Planalto) já utilizam energia limpa e a unidade do Rio de Janeiro passará a adotá-la a partir de janeiro de 2016. "Além da redução de 1.552,534 toneladas de CO2, já obtida em 2014, ainda economizaremos em torno de R$ 3,5 milhões ao longo do contrato de quatro anos somente na fábrica da Planalto", revela Bellini.
Para atender as especificações de utilização de energia renovável, a Marcopolo realiza acompanhamento, em parceria com a Perfil Energia, em todas as etapas do processo, levando sempre em conta a relação custo/benefício e os impactos ambientais, o que traz os resultados positivos e a solidez de fornecimento de energia esperados pela empresa.
Crédito da imagem: Marina Bueno
Legenda da foto: Representantes da Marcopolo recebem o certificado da Consultoria Perfil Energia

MARCOPOLO VENDE 100 ÔNIBUS PARA OPERADORES DE TRANSPORTE DE FORTALEZA, NO CEARÁ

Os veículos, com ar-condicionado, serão utilizados no sistema de transporte de Fortaleza 
Os operadores de transporte urbano, rodoviário e de fretamento de Fortaleza adquiriram 100 ônibus Marcopolo dos modelos Novo Torino, Paradiso e Ideale. Os veículos serão incorporados à frota das empresas Via Urbana, Auto Viação Dragão do Mar, Viação Metropolitana (ViaMetro), Auto Viação Fortaleza, Viação Siara Grande, Empresa São Paulo, Expresso Novo Maranguape, Viação Princesa do Inhamuns, Organização Guimarães, Maraponga Transporte e Fretcar Transporte. 
Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo, as operadoras têm programas contínuos para a modernização de suas frotas com veículos da marca. “Um dos diferenciais é que, a partir de agora, todos os ônibus precisam ser equipados com sistema de ar-condicionado, além de diversas inovações tecnológicas que ampliam os padrões de conforto, segurança e bem-estar dos usuários do transporte público da capital cearense”, explica o executivo.
“Conseguimos realizar este negócio de grande porte por intermédio da estreita parceria que a Marcopolo e o seu representante local mantêm com os operadores do sistema de Fortaleza e com a concessionária Mercedes-Benz, Ceará Diesel”, explica Corso.
Com 30 anos de história e mais de 100 mil unidades produzidas, o Novo Torino é o ônibus urbano mais bem-sucedido em toda a história da indústria brasileira. O modelo atual, lançado no mercado no ano passado, foi projetado para oferecer mais espaço, conforto e segurança para os passageiros, menores custos operacional e de manutenção para o operador, além de mais ergonomia e praticidade para motorista e cobrador. 
Com duas diferentes configurações, os ônibus Torino desenvolvidos para as empresas operadoras de Fortaleza têm capacidade para transportar 33 e 36 passageiros sentados e possuem duas versões de chassi Mercedes-Benz, OF-1519 e OF-1721. Os veículos contam com poltronas City com apoio de cabeça, sistema de campainha com acionamento de chamada de parada por botão (sem fio) e poltronas preferenciais para idosos, gestantes e/ou deficientes, elevador automático e área reservada para cadeirantes.
Os Paradiso 1200 possuem chassis Mercedes-Benz O500R 1830 e têm 13,10 metros de comprimento, capacidade para 46 passageiros sentados, com poltronas Executiva 1060 Soft, vidros colados, preparação de sistema áudio e vídeo, toalete, geladeira e sistema de ar-condicionado. Já os ônibus Ideale possuem chassis Mercedes-Benz OF 1721, 48 poltronas Executiva 970 soft e sistemas de áudio e vídeo e ar-condicionado.
Crédito da imagem: Gelson Mello da Costa

Caio Induscar desenvolve Programa de Reabilitação e Inclusão Social

A Caio Induscar investe em seu compromisso com a sociedade, desenvolvendo atividades e projetos de valorização humana. A empresa, em parceria com o INSS, tem alcançado resultados muito satisfatórios com seu Programa de Reabilitação e Inclusão Social.
O programa consiste em capacitar e reabilitar colaboradores afastados pelo INSS, que não podem mais exercer suas atividades anteriores, recolocando-os em novas atividades.
O colaborador é treinado, mesmo durante seu período de afastamento, para exercer uma nova atividade na empresa. “Uma equipe formada por médico, psicólogo, psiquiatra e fisioterapeuta, trabalham para que o colaborador afastado se reabilite física, emocional e profissionalmente”, explica a assistente social, Silvania Giandoni.
Um exemplo do sucesso deste projeto é o colaborador Vanderson Calixto, que foi afastado devido à progressiva perda de visão, pelo desenvolvimento do ceratocone, doença que afeta a percepção de imagens, tornando-as distorcidas e embaçadas. 
O colaborador, afastado do setor de Solda, está em treinamento no departamento de compras. “Para mim foi uma grande oportunidade, pois tenho somente 28 anos e hoje, após esse novo caminho oferecido pela Caio, não penso em interromper minha vida profissional tão cedo. Estou fazendo muitos cursos e meus novos colegas de trabalho fizeram com que minha adaptação fosse rápida. Agradeço por terem acreditado em mim”, comenta Vanderson. 
Outro caso que mostra o sucesso do projeto, é o colaborador do setor de Tapeçaria, Guilherme Escobar Vernini, que devido a um acidente que culminou com a perda da falange distal do anular da mão direita, foi afastado de suas atividades no setor de Funilaria.
“Perdi o movimento de “pinça” e não tenho mais a mesma força na mão, por isso tive que ser afastado, pois minha antiga função exigia esses requisitos. No período de afastamento fiz vários cursos que abriram meus horizontes profissionais e me deram confiança para voltar ao trabalho”, cita o colaborador. Hoje, no setor de Tapeçaria, é responsável pelo acabamento de encosto de ônibus BRT.
A Diretora de Recursos Humanos da Caio, Simonetta Pucciarini da Cunha, explica que durante o processo de reabilitação, é feita uma análise para recolocar o colaborador numa área em que ele consiga se desenvolver e conquistar uma nova profissão. “É gratificante ver os colaboradores readaptados em novas áreas, amadurecendo profissionalmente, voltando a ter sonhos e projetos de vida”, finaliza.
Para a Caio Induscar, é fundamental valorizar e colaborar para o aprimoramento profissional de seus colaboradores e prezar por projetos de responsabilidade social.
Caio Induscar participa de evento promovido pela FRESP e ANTTUR
A Caio Induscar participou, entre os dias 20 e 22 de outubro, em Atibaia, São Paulo, do 16° Encontro das Empresas de Fretamento e Turismo, promovido pela FRESP em parceria com a ANTTUR.
A fabricante de carrocerias lançou no evento, o Solar 3400 com motor dianteiro. Uma unidade do Solar 3400 com motor traseiro e ar condicionado, recém-lançado no mercado, também foi exposta.
Desenvolvido para os segmentos rodoviário, de média e longas distâncias, fretamento e turismo, o modelo possui linhas modernas que visam a aerodinâmica, fluidez e agilidade do veículo. O Solar 3400 possui acabamento cromado na dianteira e de inox na lateral, características que conferem sofisticação ao modelo que, devido à altura, possui bagageiro espaçoso.
A divisória, com menor área envidraçada, proporciona mais leveza ao veículo, facilitando a limpeza e a manutenção. Nova tampa traseira com trinco diferenciado, facilita o manuseio, além de proporcionar mais robustez à carroceria. Possui novo porta-pacotes, com novo conceito automobilístico, ponteira plástica e sem fixação aparente, e porta-foco com iluminação.
Com o tema “Fretamento: Unido para vencer”, o evento realizou palestras e debates técnicos com especialistas do setor, mostrando que a união de forças com o objetivo de redução de custos e aumento da competitividade, pode ser uma solução para driblar a crise e manter a excelência.
Faz parte da missão da Caio Induscar, fabricar produtos diferenciados, que proporcionam aos usuários uma viagem confortável e segura. É de grande importância participar de eventos que fomentam o debate de soluções para o transporte.

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