segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ager diz que 60% das empresas são tipo A

A ANTT também garante que intensificou a fiscalização dos ônibus nesse período de férias, principalmente por causa dos veículos extras que são utilizados
O diretor de transporte da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT), Marco Prado, garante que 60% das empresas concessionárias do transporte intermunicipal são do tipo A, ou seja, oferecem um ótimo serviço. "Cerca de 20% das empresas estão na classificação B (que procuram sempre melhorar o serviço) e apenas 20% oferece um serviço ruim".
De acordo com Prado, as empresas que não oferecem um serviço de qualidade tendem a não vencer a licitação das linhas de ônibus. "A licitação acontecerá no início de 2011 e, se essas empresas ditas ruins não renovarem a frota, com certeza não vão vencer a concorrência".
O diretor destaca que no período de férias a Ager intensifica as ações de fiscalização dos veículos, principalmente os quesitos conforto (ar-condicionado, assentos e banheiros) e segurança (vistoria, seguro de responsabilidade civil e condições de tráfego).
Ao todo, a Ager possui 8 pólos distribuídos no Estado: Rondonópolis, Cáceres, Barra do Garças, Tangará, Cuiabá, Juína, Sinop e Alta Floresta. Nesses locais, segundo Marco, existem fiscais fixos e que fazem rodízio nos principais terminais. Em todas as demais cidades do Estado os passageiros precisam contar apenas com a Ouvidoria da agência, que recebe todo o tipo de solicitação, desde denúncia até elogios.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) também garante que intensificou a fiscalização dos ônibus nesse período de férias, principalmente por causa dos veículos extras que são utilizados. Essa fiscalização acontece por amostragem e os fiscais que ficam nos 75 postos ativos da ANTT verificam a condição de tráfego do veículo e a documentação.
Segundo o coordenador de fiscalização do Centro Oeste, Carlos Solrraique, caso o fiscal identifique alguma irregularidade no veículo, a empresa é autuada e obrigada a substituir o carro. Casos de reincidência podem resultar em processo.

Fonte: A Gazeta

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