sábado, 25 de maio de 2013

A LICITAÇÃO DOS ÔNIBUS EM CAMPOS

Encontra-se no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspensa a licitação do transporte coletivo na cidade de Campos. A decisão monocrática é da Desembargadora Mônica Sardas. Para quem não conhece, Mônica é filha da atual Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, oriunda do Ministério Público e nomeada pelo atual governador Sérgio Cabral. 
O número de ações promovidas pelas empresas de Campos é grande. Dizem até que essa liminar será cassada a qualquer momento. A licitação em Campos está sendo feita por ordem emanada do próprio Tribunal de Justiça a requerimento do Ministério Público local. O serviço de transporte em campos precisa passar por alguns investimentos. Os empresários atuais insistem em diversificar suas atividades não dando, assim, prioridade ao ramo que realmente explora. 
A cidade de Campos deveria fazer como alguns municípios de Santa Catarina que criaram suas empresas e administram de forma querente. No caso de Campos a criação de uma Empresa Municipal seria um verdadeiro achado para o município. Primeiro porque a receita das atuais concessionárias vem da fonte de custeio da própria prefeitura, a criação dessa empresa daria oportunidade a atual Prefeita de adquirir uma frota nova dando ao povo um transporte seguro e eficiente. Com um ano da fonte de custeio que paga as atuais empresas o município consegue adquirir uma frota nova. Tudo isso é muito simples porque a fonte de custeio é do município e basta apenas e unicamente um Termo de Ajuste de Conduta com o MP e um projeto de criação da empresa a ser votado pela câmara. 
O blog não acredita que nenhum vereador seria contra a criação da Empresa Municipal deTransportes Coletivos de Campos (O que não pode ser confundido com atual EMUT). Vão querer comparar com a C.T.C. Só que a C.T.C foi criada com o estado falido e se transformou num cabide de emprego de Deputado, a maioria dos funcionários recebiam super salários e a ineficiência naquele momento não pode nem deve ser colocada na mesa. A resposta está exatamente na 'fonte de custeio'. 
Quanto aos empresários eles poderiam explorar outro ramo já que vem dando as costas para o seu próprio negócio. A prova inequívoca de que estamos certos é a própria situação que atravessa a empresa Tamandaré que é um verdadeiro saco sem fundo.

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