quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Rio recebe novo conceito de ônibus

Sede da final da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, a cidade do Rio de Janeiro iniciou sua preparação para receber pessoas do mundo inteiro, pelo menos no que diz respeito ao transporte de passageiros. Nesta semana, a Scania firmou um acordo com o Grupo Breda Rio para fornecer 200 unidades do ônibus K 230 4x2, para alimentar o sistema BRS (Bus Rapid Service), em implantação na cidade.
De acordo com Wilson Pereira, gerente executivo de vendas de ônibus da Scania Brasil, 100 unidades já foram entregues, custando aproximadamente R$ 400 mil cada. “Esses veículos trazem um conceito inédito no Rio de Janeiro para o transporte urbano de passageiros, focados na maximização do conforto e da acessibilidade”, destacou Pereira.
Segundo as especificações da montadora, o K 230 possui 12,5 metros, piso baixo, e capacidade para transportar 35 pessoas sentadas e 47 em pé, além de espaço para cadeirantes.
Como este anúncio surgiu de última hora, a empresa não teve tempo de colocá-lo em seu estande na 3ª edição da Transpúblico. Mas os visitantes podem acompanhar a novidade, que recebeu carroceria da Neobus, a pouco metros do espaço reservado à Scania.
Atualmente, a capital fluminense conta com três linhas de transporte rápido em funcionamento na zona sul. Esse sistema opera com uma economia de até 40% no tempo das viagens, cuja velocidade média subiu de 13 km/h para 24 km/h. A prefeitura da cidade afirmou que 20 novos corredores nos próximos anos.
Feira
No evento que aconteceu no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a marca sueca apresentou seus produtos voltados a atender o setores do transporte público e rodoviário. Estão expostos, além do K 230, os modelos K 270 6x2 de 15 metros e o K310 8x2/2 articulado com 20,30 metros de comprimento.
No Brasil, a companhia possui mais de 600 ônibus urbanos em operação. “Hoje, temos como o principal diferencial frente aos concorrentes trabalhamos junto com o cliente, sempre buscando desenvolver as melhores soluções dentro de suas reais necessidades”, concluiu o executivo da Scania.
Foto: Claudio Paz.

Maior empresa de transporte rodoviário do Vale do Paraíba muda de comando a partir de amanhã

                                     Foto:Thiago Leon
Grupo que controla Gol compra Pássaro Marron.
Arthur Costa
São José dos Campos
A família Constantino, fundadora e acionista majoritária da Gol Linhas Aéreas, acertou a compra das empresas Pássaro Marron e Litorânea, que fazem o transporte rodoviário de passageiros no Vale do Paraíba. 
O acordo, que teria sido acertado na semana passada, é estimado em R$ 400 milhões. A transferência de controle deve ocorrer a partir de amanhã.
O grupo Serveng, antigo dono da Pássaro Marron, ficou com Airport Bus Service, serviço de translado de rodoviárias para aeroportos.
A Pássaro Marron é a principal empresa de transporte rodoviário no interior do Estado, com atuação em 50 cidades, a maior parte delas na região. São 500 ônibus transitando por 103 linhas.
Cerca de 20 milhões de passageiros utilizam os serviços da empresa por ano. 
Atuação. A negociação, que ainda terá que ser avaliada por órgãos federais, foi feita por meio do antigo grupo Áurea, agora conhecido como Comporte, que já atua na região com transporte fretado. Entre as empresas controladas pelo grupo está a Breda, responsável pelo transporte de funcionários da General Motors. Ninguém do grupo Comporte foi localizado ontem por O VALE para comentar o assunto.Usuários. Com a mudança, usuários da Pássaro Marron esperam que algumas melhorias sejam feitas nas linhas da região.A falta de lugares livres no horário de pico é a maior reclamação dos usuários do transporte na região. “Caçapava é esquecida em véspera de feriado e aos finais de semana. Seria bom se aumentassem a frequência dos ônibus”, afirmou o engenheiro agrônomo Rafael Matheus Minari, 27 anos, morador de Caçapava.Para a técnica admissional Jaqueline de Cássia da Silva, 27 anos, que mora em Taubaté e trabalha em São José, além de maior quantidade de ônibus entre 18h e 19h30, falta integração entre as linhas.“Ônibus que vai para Lorena não para em determinados pontos. Pode estar vazio, mas não pega passageiro. Isso faz com que as pessoas fiquem muito tempo esperando pelo ônibus”, disse.Ampliação. Por meio de nota, a Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) informou que está elaborando novos editais para abertura de licitação do Sistema de Transporte Intermunicipal do Estado de São Paulo, a fim de melhor a prestação de serviços aos usuários. O objetivo é permitir que novas empresas operem no Estado, a fim de melhorar a qualidade dos serviços.
Acordo com a TAM deve acabar...
*São José dos Campos
A compra da Pássaro Marron pelo grupo pertencente à família Constantino, controladora da Gol Linhas Aéreas, deve colocar fim ao acordo entre a empresa de transporte e a TAM para a venda de passagens aéreas em guichês de rodoviárias.A parceria, que começou em março deste ano e também previa a venda de passagens da Pássaro Marron em guichês da TAM, pode não ser renovado no próximo mês.O novo proprietário assume o controle da empresa de transporte rodoviário amanhã e ainda não há informação sobre a renovação do acordo. Uma definição deve ser anunciada na próxima semana. O Airport Bus Service, serviço de transporte de rodoviárias para aeroportos, que permanece sob controle do grupo Serveng, pode manter o acordo com a TAM. O Airport Bus Service tem seis pontos de venda em São Paulo e leva passageiros para os aeroportos de Guarulhos e Congonhas.Por meio de sua assessoria, o grupo Serveng informou que uma decisão deverá ser tomada depois da mudança de comando na Pássaro Marron.
SAIBA MAIS
Mudança:
Grupo Comporte, controlado pela família Constantino (fundadora da Gol Linhas Aéreas), assume o controle da empresa Pássaro Marron a partir de amanhã.
Investimento:
Compra foi de R$ 400 milhões; empresa que atuava no setor de fretados quer investir no transporte urbano do Vale do Paraíba.
Alcance:
Pássaro Marron atua em 50 cidades com 500 ônibus transitando por 103 linhas.
Parceria:
Mudança no controle pode colocar fim à parceria entre Pássaro Marron e TAM para a venda de passagens nos guichês das duas empresas

Ônibus tem velocidade semelhante a de patinete em corredor de SP

Editoria de arte/Folhapress
Os ônibus que se deslocam entre a zona norte e a região central de São Paulo pelos corredores atingem velocidade semelhante a de um patinete elétrico, vendido para crianças de dez anos.
A informação é da reportagem de Alencar Izidoro e de Raphael Veleda publicada na edição desta terça-feira da Folha. 
Um dos corredores campeões em lentidão entre março e junho deste ano foi o Inajar de Souza-Rio Branco-Centro, com média de 11,5 km/h nos momentos mais críticos, no período da manhã, no sentido bairro-centro.
Já o corredor Pirituba-Lapa-Centro liderou em lentidão no final da tarde, no sentido centro-bairro, com 12,2 km/h nos picos.
O desejável, afirma o engenheiro Jaime Waisman, professor da USP, mesmo na hora mais crítica, seria de 20 km/h a 25 km/h. Técnicos da SPTrans costumam considerar boas as velocidades acima de 18 km/h.
Durante quatro meses, 28% das velocidades médias caíram em relação a 2010 e 72% tiveram melhoria. Mas a meta de aumento da velocidade só foi atingida em 16%.


Chegam 5 ônibus do Eixo Anhanguera...

A Metrobus Transporte Coletivo recebeu ontem os cinco primeiros de um total de 90 ônibus que, até o final da segunda quinzena de novembro, devem renovar a frota do Eixo Anhanguera, informa Carlos Maranhão, presidente da empresa estatal. Dos cinco, dois são biarticulados e três articulados. Na quinta, devem chegar mais seis, três de cada tipo. E todos devem começar a circular na terça-feira, "depois de realizados checagem e emplacamento", diz Maranhão. A previsão, segundo ele, é da entrega de cinco novos ônibus a cada semana, a partir de agora. 
A nova frota
 A nova frota adquirida por R$ 87 milhões é formada por veículos com câmeras internas, que permitem ao motorista visualizar todo o interior, sistema de áudio para anunciar cada parada, monitores de vídeo para transmitir informações aos usuários e dispositivos de segurança (rastreamento por satélite e deslocamento impedido caso as portas estejam abertas). Tem também sistema que facilita verificar a maneira como o ônibus está sendo conduzido. Os articulados transportam 170 pessoas (hoje, 150) e os biarticulados, 280 (hoje, 250). E o VLT? Os novos ônibus do Eixo Anhanguera serão deslocados para extensões leste e oeste quando vier o sistema de veículos leves sobre trilhos, que leva no mínimo três anos para ser implantado, diz Carlos Maranhão, da Metrobus.
*Fonte: Jornal o Popular 
*Foto: Carlos Junior

Empresas de MG, PR e ES querem explorar concessão do transporte na Capital

Segundo Rudel, informatização é uma as exigências do
Ministério das Cidades. (Foto: Simão Nogueira)
Caso contrato seja rompido, mão de obra terá que ser aproveitada.
Matéria de Aline dos Santos
A notícia do provável rompimento do contrato de concessão do transporte público em Campo Grande despertou o interesse de empresas de outros Estados.“Já estão ligando na Agetran. Empresas de Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo”, afirma o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito, Rudel Trindade.De acordo com ele, caso o rompimento se confirme, o contrato deve especificar que as empresas têm que reaproveitar a mão de obra, para evitar o desemprego em massa.O Ministério das Cidades exige melhorias no transporte público para que Campo Grande receba recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Urbana.A Assetur (Associação das Empresas do Transporte Coletivo Urbano) precisa investir R$ 40 milhões. “O sistema precisa ser muito bem informatizado, para a pessoa saber quando tempo vai demorar o ônibus, com informações sobre o trajeto”, salienta o diretor da Agetran.A questão ambiental também será priorizada. “Os nossos ônibus têm que atender as normas do Conama. Uma garagem de ônibus gasta de 5 mil a 10 mil litros de água por dia só para lavar carro. Têm os produtos químicos, o óleo lubrificante”, afirma.Para a empresa, Rudel explica que a vantagem será aumento do número de passageiros, diante da melhora do sistema, e redução dos custos operacionais. “O ônibus circula a 18km/h, se aumentar um pouco, vai reduzir o consumo do combustível”.A prefeitura chegou a anunciar o rompimento com a Assetur. Hoje, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) declarou que o momento é de trégua, em busca de solução.
Trad diz que vive trégua em batalha para Assetur investir R$ 40 milhões
Trad chegou a rasgar a proposta enviada
por empresários. (Foto: Simão Nogueira)
O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), afirmou hoje, durante entrega de 25 ônibus, que vive um momento de trégua com a Assetur (Associação das Empresas do Transporte Coletivo). “Há uma trégua, uma busca de solução”, diz o prefeito.
Prefeitura e empresas estão em pé de guerra devido à exigência que a Assetur invista R$ 40 milhões para que Campo Grande receba recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Mobilidade Urbana.
O fim do contrato de concessão foi anunciado pela prefeitura e Trad chegou a rasgar a proposta enviada pelos empresários, que pediam aumento no valor da tarifa e ampliação do prazo de concessão.
O diálogo foi retomado quando a Assetur recuou do pedido de aumento do passe de ônibus, que hoje custa R$ 2,70. “Não vai ter aumento da tarifa. Isso já foi descartado”, reafirmou.
Quanto à ampliação do prazo de concessão, que termina em 2014, o prefeito não confirma nem nega. “Isso já seria um desdobramento. A decisão sai depois de 7 de setembro”, afirma.
Presidente da Assetur, João Rezende, demonstra acreditar num acordo com o poder público. “Estamos em permanente contato. E a exigência de não aumentar a tarifa não é nenhum impeditivo. Estamos dispostos a permanecer”, afirma.
Segundo ele, as empresas têm crédito e podem recorrer a um financiamento bancário. “Pode surgir uma luz ai”, declara, demonstrando confiança de que o contrato não será rompido.
Amigável - Já o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade, prevê que o desfecho será uma dissolução amigável do contrato.Neste cenário, a prefeitura não precisaria pagar indenização pelo rompimento. Outra alternativa é a prefeitura alegar que houve descumprimento de cláusula contratual.Segundo Rudel, mesmo se o rompimento foi unilateral, as empresas poderão participar do processo para exploração do serviço de transporte coletivo. "Basta comprovar a capacidade jurídica, financeira e operacional", explica.Dos 280 milhões pleiteados pela prefeitura de Campo Grande no PAC, R$ 20 milhões serão destinados à construção de cinco terminais; R$ 7,5 milhões para reforma de sete unidades; R$ 160 milhões para construção de 68,4 quilômetros de corredores de transporte coletivo.Além de R$ 9,7 milhões para implantar 56 quilômetros de ciclovias; R$ 4,5 milhões para modernização do sistema de controle eletrônico; R$ 67,3 milhões para intervenções viárias e R$ 9,5 milhões para estações de pré-embarque.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Marcopolo lança a Viajante



Focada nos acontecimentos atuais e de olho nas novidades, a Marcopolo , lança a versão on-line, da primeira edição da revista Viajante, onde o assunto principal gira em torno da objetivação de temas pertinentes ao setor de transporte rodoviário entre outros assuntos de interesse.
Com mais essa louvável iniciativa a Marcopolo, da seguimento ao seu legado operacional, repassando a todos informações pertinentes ao seu dia a dia, ora seja através de seu site e agora também com sua revista eletrônica inaugurando assim um novo tempo, aliando informação, cultura e entretenimento, com uma publicação voltada não somente ao setor de transporte em si, indo mais além, algo mais que pertinente a marca, abrangendo todo o universo diário que hoje admira e faz uso de seus produtos pelo mundo afora...

Marcopolo produzirá em novembro ônibus para Copa

Por Ana Paula Machado.
Os fabricantes de ônibus estão ansiosos pela entrada em vigor dos projetos de BRT (Bus Rapid Transit) que devem ser implantados nas cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.
Esses sistemas é que devem sustentar as vendas desse tipo de veículo no Brasil nos próximos anos.
O diretor comercial da Marcopolo, empresa que detém mais de 40% da comercialização de carrocerias de ônibus, Paulo Corso, disse que as 12 cidades que já há projetos para este tipo de transporte devem ser o ponta pé inicial para novos contratos em municípios menores.
Segundo ele, locais com até 40 mil habitantes já pensam em implantar corredores e plataformas exclusivas para ônibus.
"Com isso, teremos um mercado enorme para explorar. Além de ser um sistema mais barato para se implantar do que o metrô, por exemplo, leva-se menos tempo para a operação. Com a vantagem de poder transportar a mesma quantidade de passageiros por hora. É isso que leva outras cidades a manifestarem o interesse de implantação do sistema", disse Corso durante a Transpúblico 2011.
Segundo ele, somente nas 12 cidades sedes da Copa deverão demandar cerca de 2,5 mil ônibus BRT, que são equipamentos maiores e rodam exclusivamente nos corredores.
Deste mercado a Marcopolo espera deter cerca de 40% das vendas. E para isso, a empresa gaúcha investiu cerca de R$ 10 milhões em uma nova linha de ônibus BRT, a Viale BRT, que são veículos com versões de 13 metros e articulados e podem transportar até 145 passageiros em uma única viagem.
O novo modelo da Marcopolo deverá custar entre R$ 300 mil a R$ 320 mil e vem com inovações tecnológicas só vistas anteriormente em carrocerias para ônibus rodoviários.
O modelo pode ser oferecido com GPS, televisão digital, internet sem fio, câmeras de segurança, computador de bordo, além de sistemas de indicação de parada áudio visual e gerenciamento de frota.
"Os primeiros entram em nossa linha de produção em novembro e estão especificados com as exigências da cidade do Rio de Janeiro. Há negociações em curso e esperamos fornecer para esse mercado", disse o executivo.
Para o Rio, aliás, a Mercedes-Benz do Brasil, já negociou 100 chassis já com motorização Euro V. O presidente da companhia para a América Latina, Jürgen Ziegler, disse que este é o mercado que a empresa está atenta e espera manter a participação de 50% nas vendas. Em 2011, estima-se que a comercialização de chassis e carrocerias de ônibus cheguem a 35 mil unidades.
"São os primeiros veículos Euro V que a Mercedes comercializa na América Latina. Além dos ônibus para o Rio já concluímos as negociações para a venda de mais 200 ônibus para a cidade de São Paulo. Ao todo serão 300 ônibus com a nova tecnologia que já começam a rodar este ano", disse o executivo.
As empresas Cidade Dutra, Vip Transportes, Via Sul Transportes e Campo Belo foram as que compraram os ônibus articulados da Mercedes para o tráfego em corredores em São Paulo. No Rio, a montadora não divulgou os nomes dos primeiros clientes dos veículos Euro V.
Os chassis da Mercedes que devem rodar em São Paulo e no Rio chassis permitem o uso de carroçarias de até 23 metros, a maior do segmento de articulados, e que podem transportar mais de 200 passageiros.
"Com essas novidades, iremos oferecer novas soluções para o segmento de alta capacidade no transporte coletivo urbano de passageiros, como os sistemas BRT e os corredores exclusivos", afirmou o vice-presidente de Ônibus América Latina da Mercedes-Benz, Ricardo Silva.
Fornecedores em Juiz de Fora
A unidade da Mercedes em Juiz de Fora deverá receber cerca de 12 fornecedores em seu parque que será criado aos redores da fábrica. Segundo o presidente da montadora para a América Latina, Jürgen Ziegler, na primeira etapa do projeto vão se instalar no local entre três a quatro empresas. Randon, Maxion e Seeber já reservaram o lugar no novo empreendimento.
"Até três anos vamos ter 12 parceiros trabalhando conosco em Juiz de Fora. Isso porque temos que garantir o índice de nacionalização de 60% do caminhão Actros que vamos produzir nessa fábrica", disse Ziegler.
A fábrica de Juiz de Fora entra em operação no dia dois de janeiro do próximo ano e deverá, nesta primeira etapa, montar os caminhões no sistema CKD com peças vindas da Alemanha e de São Bernardo do Campo.
Após a conclusão da área de pintura, que deve ser concluída em dois anos, a unidade passará a fabricar os novos modelos do pesadão Actros e do veiculo médio Accelo.
"Tem conjuntos que continuaremos trazendo da Alemanha. O motor, por exemplo, é um deles. Isso porque os propulsores que equipam o Actros são maiores dos que produzimos em São Bernardo do Campo e o volume que vamos fabricar em Juiz de Fora não se justifica o investimento em uma fábrica de motores", explicou o executivo.
"Vamos continuar somente fazendo a pré-montagem do propulsor no Brasil". A unidade de Juiz de Fora terá capacidade de produção e 50 mil caminhões por ano, sendo que no primeiro ano de operação deverão ser fabricados 15 mil veículos.

Argentina tem ônibus personalizado no Pré-Olímpico

Por Aleixo
De todas as dez seleções que disputam o Pré-Olímpico, a única que possui um ônibus personalizado, com a foto dos jogadores é a Argentina, a seleção local. Por onde passa em Mar del Plata, o veículo causa furor e faz as pessoas pararem para acenar. Foi com este ônibus que os favoritos ao título chegaram de Buenos Aires.
Estão estampadas na carroceria as imagens de Luis Scola, Andrés Nocioni, Manu Ginóbili, Carlos Delfino e Fabricio Oberto.

Sistema de BRT faz revolução com ônibus na Colômbia


Transporte coletivo colombiano se tornou modelo ao combater informalidade, embora alcance da demanda de passageiros ainda seja limitado. Operação serve como exemplo para BH

Articulados e biarticulados percorrem pistas exclusivas, agilizando viagens (Bruno Freitas/EM/D.A Press)
Articulados e biarticulados percorrem pistas exclusivas, agilizando viagens

De Bogotá * -
 Embarcar num “colectivo” vazio numa das ruas da capital colombiana em horário de pico é praticamente uma aventura. Entre uma imensidão de táxis amarelos, nada menos que 16 mil vans, micro-ônibus e ônibus de carrocerias rústicas, com pouco conforto e montados sobre chassi de caminhão, disputam a preferência dos passageiros, num emaranhado de linhas permissionárias que quase beira o caos. Quase, não fosse o projeto Transmilenio. Implantado em 2000, o sistema Bus Rapid Transit (BRT, sigla em inglês para ônibus de trânsito rápido) tem revolucionado a mobilidade na congestionada metrópole de quase 11 milhões de habitantes a partir da necessidade básica de regular e controlar o transporte coletivo. “Antes o sistema era totalmente informal, sem análises de demanda, componentes técnicos e dispersão de operadores. Não havia responsabilidade com os usuários e o que importava era o pagamento da tarifa”, lembra Fernando Rojas, subgerente da empresa Del Tercero Milenio, responsável pela manutenção do sistema.

Nesse meio tempo, quatro mil “colectivos” foram substituídos por ônibus convencionais, articulados e biarticulados, tirando milhares de carros das ruas e aliviando os impactos do rodízio imposto pela Alcadia Maior, instituição equivalente a uma prefeitura. A nova frota, composta por modelos produzidos pelas encarroçadoras brasileiras Busscar, Comil e Superpolo (joint-venture entre o grupo local Fanalca e a gaúcha Marcopolo), opera diferentes tipos de linhas integradas, onde por meio de cartão se paga uma tarifa de 1.700 pesos colombianos, equivalente a US$ 0,96, para ir de um ponto a outro de Bogotá. Não há cobradores nem dinheiro nos ônibus, o que, somado ao intenso policiamento, elimina a possibilidade de não se pagar a passagem.

CONTROLE Entre bairros, terminais e estações-ponto dos corredores do BRT rodam os ônibus alimentadores, identificados pela cor verde. Mas as estrelas da operação são os enormes ônibus troncais vermelhos, com capacidade de 160 a 220 passageiros. Esses articulados ou biarticulados percorrem as pistas exclusivas em seis avenidas numa velocidade limitada a 60 km/h, sendo monitorados por um centro de operações. “Hoje atendemos 30% da demanda, mas pretendemos alcançar 100% dos passageiros de ônibus nos próximos dois anos”, planeja Rojas.

 (Bruno Freitas/EM/D.A Press)


TERCEIRA FASE
 Para alcançar o objetivo, o Transmilenio ainda depende da terceira fase de implantação. São 32 novos quilômetros de pistas rápidas que serão acrescentadas aos atuais 84 quilômetros até janeiro de 2012. Nove operadores e 360 ônibus zero quilômetro, dos quais 200 biarticulados, e novos alimentadores de piso baixo e motor traseiro entrarão no sistema, o que significa que dezenas de empresas proprietárias de “colectivos” terão que se fundir ou vender a obsoleta frota de até 20 anos de idade para participar do BRT. Do outro lado da frota, os primeiros articulados a entrar no sistema, há exatos 11 anos, ganharam dois anos de sobrevida devido às condições de uso. “Não faria sentido sucateá-los, uma vez que esses ônibus estão em bom estado”, defende o gerente de estratégia e marketing da Marcopolo, Walter Cruz.

Coincidência ou não, esses velhos guerreiros do Transmilenio têm exatamente a mesma idade dos 12 articulados de Belo Horizonte. A diferença entre nós e eles é que, na capital mineira, esses ônibus devem ser retirados de circulação em breve, em detrimento da preferência dos empresários mineiros pelo rentável (e nada cativante) ônibus de motor dianteiro, aquele montado sobre chassi de caminhão.

NÚMEROS DA FASE 2 DO BRT

1 - Centro de controle
520 - ônibus alimentadores
1.257 - ônibus articulados
10 - ônibus biarticulados
7 - Terminais
107 - Estações-ponto
2 -Pátios de estacionamento
14 - Empresas operadoras

(*) O jornalista viajou a convite da Marcopolo
Articulados e biarticulados percorrem pistas exclusivas, agilizando viagens (Bruno Freitas/EM/D.A Press)
Articulados e biarticulados percorrem pistas exclusivas, agilizando viagens

Chegam 5 ônibus do Eixo Anhanguera


Karla Jaime Morais - karla.jaime@ojc.com.br
A Metrobus Transporte Coletivo recebeu ontem os cinco primeiros de um total de 90 ônibus que, até o final da segunda quinzena de novembro, devem renovar a frota do Eixo Anhanguera, informa Carlos Maranhão, presidente da empresa estatal. Dos cinco, dois são biarticulados e três articulados. Na quinta, devem chegar mais seis, três de cada tipo. E todos devem começar a circular na terça-feira, "depois de realizados checagem e emplacamento", diz Maranhão. A previsão, segundo ele, é da entrega de cinco novos ônibus a cada semana, a partir de agora. A nova frota adquirida por R$ 87 milhões é formada por veículos com câmeras internas, que permitem ao motorista visualizar todo o interior, sistema de áudio para anunciar cada parada, monitores de vídeo para transmitir informações aos usuários e dispositivos de segurança (rastreamento por satélite e deslocamento impedido caso as portas estejam abertas). Tem também sistema que facilita verificar a maneira como o ônibus está sendo conduzido. Os articulados transportam 170 pessoas (hoje, 150) e os biarticulados, 280 (hoje, 250).

E o VLT?
Os novos ônibus do Eixo Anhanguera serão deslocados para extensões leste e oeste quando vier o sistema de veículos leves sobre trilhos, que leva no mínimo três anos para ser implantado, diz Carlos Maranhão, da Metrobus.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Scania oferece ônibus limpo na Suécia

Ônibus são mobidos a etanol e RME.
Operadora de coletivos adquiriu 167 unidades
No começo deste ano, a Scania recebeu um pedido de 167 ônibus da Keolis Sverige, subsidiária sueca da operadora líder no transporte público francês. Durante o verão europeu, os ajustes finais foram dados nos veículos antes de serem entregues neste mês.
A maioria das unidades, que contam com modelos municipais e intermunicipais, prestará serviços em Estocolmo, na Suécia, em rotas de transporte público locais. O restante operará em outros municípios suecos como Finspång, Härryda e Jönköping.
“Este pedido foi de grande importância para nos ajudar a fortalecer nossa posição como grande parceiro público em soluções de transporte”, afirmou Ove Forsbeg, diretor de vendas da fabricante. “Nós possuímos uma parceria muito produtiva com a Keolis na Suécia já há algum tempo, e essa encomenda foi fruto destes acordos”, completou.
Os ônibus são equipados com motores movidos a etanol e RME (ésteres metílicos de colza), ambos são combustíveis renováveis. A utilização do etanol reduz em 70% a emissão de dióxido de carbono comparado ao diesel convencional. Já o RME tem um volume de poluentes emitido 64% menor do que a opção fóssil.
Durante o verão europeu, muitos ônibus foram testados em várias localidades para os ajustes e adaptações necessárias antes de serem colocados em operação. Um dos locais escolhidos, para as avaliações, foi o estacionamento do Aeroporto de Estocolmo, a opção pelo lugar foi devido à capacidade da área em receber um número tão grande de veículos.
“Isso nos deu a oportunidade em trabalhar com muitos ônibus de uma vez só”, declarou Mikael Andersson, que trabalha na assistência técnica da Keolis. “Nós inspecionamos os veículos para assegurar que todos os equipamento, como por exemplo o sistema de bilhetagem, estivessem funcionando”, finalizou.
Fonte: WEBTRANSPO / FOTO: DIVULGAÇÃO

Breda pode mesmo ter comprado a Pássaro Marrom

Funcionários da Pássaro Marrom receberam ontem a informação de que a partir do próximo dia 1º outra empresa assumirá a direção dessa que é uma das mais antigas, se não a mais antiga empresa de transporte rodoviário do Vale do Paraíba. Seria a Breda a compradora da Marrom. Esta empresa pertence ao grupo da Gol Linhas Aéreas, de propriedade de Joaquim Constantino Júnior.
Nos escritórios da Breda e nos da Pássaro Marrom, assim como nas garagens, não se falou noutra coisa nos últimos dias. Ontem, finalmente, funcionários da Marrom souberam que no início do mês mudarão de patrão e serão empregados da Breda. Não se sabe se haverá demissões, mas já se fala em PDV- Plano de Demissões Voluntárias- e grande número de trabalhadores está inseguro.
Esta semana, o Diário de Taubaté entrou em contato com o grupo Serveng-Civilsan/ Pássaro Marrom para perguntar sobre a negociação. Um dos assessores do staff do comendador Pélerson Soares Penido, Gérson Ogger, desmentiu as negociações. Já a “rádio peão” dá conta de que a Marrom representa apenas 3% do faturamento do grupo, que agora estaria mais interessado em obras públicas. Haja vista que a Serveng Civilsan é uma das componentes da CCR, Concessionária na NovaDutra.
O grupo Breda pertence a Joaquim Constantino Júnior, que tem mais de 6 mil ônibus e cerca de 30 empresas em pelo menos sete Estados do Brasil, inclusive no Distrito Federal, onde detém as linhas que servem as cidades satélites. O patrimônio familiar dos Constantino já ultrapassaria R$ 1 bilhão.

Rosa Fretamento e Turismo adquire 65 novos veículos Comil

A Empresa de Ônibus Rosa adquiriu 65 novos ônibus da montadora gaúcha Comil. Os veículos, modelo rodoviário Versatile, vão atender contratos de fretamento da empresa, que atua nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.
Com a compra, a Empresa de Ônibus Rosa, que oferece fretamento, turismo e transporte público em cerca de 20 cidades, passa a atuar com uma frota de cerca de 900 carros. O negócio fechado com a Comil é fruto de uma longa parceria segundo o diretor Rodrigo Rosa: “Em Sorocaba, 100% da nossa frota de transporte coletivo urbano é de veículos Comil”. 
"O segmento de Fretamento é o principal mercado de Rodoviários Comil, onde a parceria Grupo Rosa/Comil vem se consolidando a cada ano, baseada em resultados positivos que os produtos Comil tem lhes proporcionado na operação, através de um baixo custo de manutenção e reposição de peças, bem como preço justo na aquisição das carrocerias, reforçando assim a marca Comil como o melhor custo benefício do mercado", afirmou o gerente de negócios da Comil Antonio Carlos Abreu.
Vix Logística adquire novos ônibus Comil
A Vix Logística, líder no desenvolvimento e implementação de soluções logísticas no Brasil, adquire 10 novos ônibus da montadora gaúcha Comil para atender a Vale S.A, em Vitória, Espírito Santo. Os veículos, 10 modelos Svelto, irão integrar a frota responsável pelo transporte dos trabalhadores na Grande Vitória. Com a aquisição, a Vix passa a contar com 95 ônibus da marca Comil para o atendimento exclusivo da mineradora. Além da ampliação do serviço para a Vale, a empresa investiu na compra de 18 veículos Campione 3.25, destinados à renovação da frota da Samarco Mineração. Os carros serão usados no transporte dos funcionários da usina de pelotização, unidade de Ubu, no município de Anchieta. Com as novas aquisições, aumenta para 140 o total de carros da Comil adquiridos pela Vix Logística só em 2011 e distribuídos entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Segundo Bruno Pretti Chieppe, gerente de Fretamento da Vix Logística, a parceria com a Comil se estende há mais de 10 anos. “O custo dos ônibus da montadora gaúcha nos torna bastante competitivos no mercado de fretamento. Além disso, a Comil é uma fornecedora que tem a preocupação em oferecer produtos que reduzem tempo de manutenção e estoque, essencial à empresa que lida com grandes demandas e clientes como do porte da Vale.”

sábado, 27 de agosto de 2011

Novo Iveco Cityclass escolar: maior em todas as dimensões e com moderno design exterior

Com capacidade para 29 passageiros, novo modelo já conquistou licitação para 770 unidades junto ao FNDE
Montado sob o chassi do Iveco Scudato 70C16, traz motor de 155cv, o mais moderno, potente, econômico e silencioso da categoria.
A Iveco, em parceria com a Neobus, apresentam na feira Transpúblico – que acontece entre 24 e 26 de agosto no Rio de Janeiro – a nova geração do Iveco CityClass Escolar. Além do novo design exterior moderno e aerodinâmico, o veículo tem dimensões mais generosas, oferecendo maior espaço interno e maior conforto aos passageiros.
Com capacidade para acomodar 29 pessoas, mais o motorista, o novo mini-ônibus Iveco chega ao mercado embalado por uma ordem de 770 unidades para o Programa Caminhos da Escola do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), pertencente ao Ministério da Educação, que promove e fomenta o transporte escolar em todo o País.
O projeto privilegia o conforto, a dirigibilidade e a segurança, fatores prioritários em um veículo dedicado ao transporte de passageiros. As poltronas foram alargadas, aumentando o conforto. O bagageiro traseiro possui tampa de acesso com maior abertura que a versão anterior, além de possuir rebaixamento sobre o para-choque, o que facilita o acesso ao pneu estepe e ferramentas, diminuindo o tempo no caso de troca de pneus.
O modelo atende plenamente as normas de acessibilidade e segurança. O vão livre da porta de entrada permite a instalação do elevador para cadeirantes. Os assentos possuem cintos de segurança individuais e de quatro pontos na poltrona de três lugares preferenciais. O modelo possui local apropriado para a acomodação da cadeira de transbordo – item de série – para portadores de necessidades especiais. O piso de alumínio é antiderrapante e de fácil limpeza. Há porta-cadernos atrás das poltronas e o veículo possui lixeira.
O novo design, desenvolvido no Brasil, é moderno e arrojado e preserva as linhas elementares da marca. A frente ganhou formato mais arredondado, com um novo conjunto óptico frontal cujos contornos avançam sobre o paralama (uma tendência bastante atual). Os faróis proporcionam maior luminosidade e são montados em blocos independentes (farol alto, baixo e lanterna), o que diminui os custos no caso de substituição. As novas lanternas traseiras são maiores e seguem o mesmo princípio, agrupadas em um conjunto harmonioso com o design do modelo. O encarroçamento é de responsabilidade exclusiva da empresa Neobus, localizada em Caxias do Sul (RS).
Com esta nova geração, o Iveco CityClass Escolar vai se manter como uma referência nacional em mini-ônibus de até oito toneladas, uma posição alcançada ao longo dos últimos anos e de mais de 2.500 unidades em circulação em praticamente todos os estados do Brasil. O veículo conta com assistência técnica e serviços da rede Iveco, com mais de 90 pontos de atendimento em todo o país.

Caio Induscar apresenta novo ônibus Millennium III


A Caio que é uma das maiores encarroçadoras de ônibus no Brasil, apresentou de forma oficial nesta quinta-feira 24 de agosto, a nova carroceria Millennium III, após 8 anos no mercado a o ônibus foi reestilizado ganhando um desenho mais moderno, trazendo também mudanças internas.
O Caio Induscar Millennium III é uma carroceria pensada idealmente para os corredores dos grandes centros urbanos, como na cidade de São Paulo, onde o modelo é usado já há algum tempo. As grande diferenças da carroceria Millennium III em relação aos outros é que ele possui motor traseiro e central, o que proporciona um nível mais baixo de ruído no interior do ônibus, além de uma melhor conforto e segurança aos passageiros.Visualmente o novo Caio Induscar Millennium III traz uma nova dianteira, com linhas suavizadas. A janela do motorista foi refeita, e agora possui vidro colado com caixilhos internos, por dentro o painel teve sua central elétrica e um porta-objetos integrado.Ainda por dentro o modelo ganhou novas luminárias com modernas luzes em LEDs, os dutos do ar-condicionado foram reprojetados, ficando mais bonito e facilitando a manutenção.O Caio Millennium III conta ainda com elevador para acessibilidade de cadeirantes, ou ainda rampa de acesso.Esta nova carroceria da Caio, tem comprimento total variando entre 12.330 mm a 15.000mm, sua largura externa é de 2.500mm. já a largura interna é de 2.350mm. A altura externa é de 3.260 mm e a altura interna é de 2.140mm. Podendo ser instalada em vários tipo de chassi.
http://www.encontracaminhoes.com.br/

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Donos da Gol compram a Pássaro Marrom

A família Constantino, dona da Gol, fechou hoje a compra das viações Pássaro Marrom e Litorânea, que pertenciam ao grupo Serveng, por 400 milhões de reais. A companhia de transporte de ônibus entre aeroportos Airport Service, que também pertence ao Serveng, não entrou no negócio.
O controle acionário da Pássaro Marron foi adquirido hoje,a empresa detém uma frota de aproximadamente 500 ônibus, que rodam 3,6 milhões 
de quilômetros por mês, com idade média de 2,5 anos, atendendo 51 cidades. 
Mensalmente são transportados 2,22 milhões de passageiros, representando 73 mil por dia.
Litorânea Transportes Coletivos Ltda.
Área de Atuação: Bertioga, Caçapava, Caraguatatuba, Guarujá, Jacareí, Jambeiro, Paraibuna, Salesópolis, Santa Branca, Santos, São José dos Campos, São Paulo, São Sebastião, Taubaté e Ubatuba.
Empresa essa do mesmo grupo da empresa Pássaro Marrom sendo a mesma incluída na venda.

Rio recebe novo conceito de ônibus

Scania fornece 200 modelos para o BRS

Chassi foi encarroçado pela NeobusSede da final da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, a cidade do Rio de Janeiro iniciou sua preparação para receber pessoas do mundo inteiro, pelo menos no que diz respeito ao transporte de passageiros. Nesta semana, a Scania firmou um acordo com o Grupo Breda Rio para fornecer 200 unidades do ônibus K 230 4x2, para alimentar o sistema BRS (Bus Rapid Service), em implantação na cidade.
De acordo com Wilson Pereira, gerente executivo de vendas de ônibus da Scania Brasil, 100 unidades já foram entregues, custando aproximadamente R$ 400 mil cada. “Esses veículos trazem um conceito inédito no Rio de Janeiro para o transporte urbano de passageiros, focados na maximização do conforto e da acessibilidade”, destacou Pereira.

Segundo as especificações da montadora, o K 230 possui 12,5 metros, piso baixo, e capacidade para transportar 35 pessoas sentadas e 47 em pé, além de espaço para cadeirantes.
Como este anúncio surgiu de última hora, a empresa não teve tempo de colocá-lo em seu estande na 3ª edição da Transpúblico. Mas os visitantes podem acompanhar a novidade, que recebeu carroceria da Neobus, a pouco metros do espaço reservado à Scania.
Modelo possui sistema diferenciado para acesso de cadeirantes
Atualmente, a capital fluminense conta com três linhas de transporte rápido em funcionamento na zona sul. Esse sistema opera com uma economia de até 40% no tempo das viagens, cuja velocidade média subiu de 13 km/h para 24 km/h. A prefeitura da cidade afirmou que 20 novos corredores nos próximos anos.

Feira

No evento que acontece no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a marca sueca apresenta seus produtos voltados a atender o setores do transporte público e rodoviário. Estão expostos, além do K 230, os modelos K 270 6x2 de 15 metros e o K310 8x2/2 articulado com 20,30 metros de comprimento.
No Brasil, a companhia possui mais de 600 ônibus urbanos em operação. “Hoje, temos como o principal diferencial frente aos concorrentes trabalhamos junto com o cliente, sempre buscando desenvolver as melhores soluções dentro de suas reais necessidades”, concluiu o executivo da Scania.
TRANSCRITO DO REDAÇÃO WEBTRANSPO: MARCO GARCIA - FOTOS: MARCO GARCIA

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