domingo, 30 de setembro de 2012

SuperVia compra briga com empresas de ônibus e critica novo BRT da Avenida Brasil

Cintia Cruz e Marcelo Dias
A polêmica trafega entre a Avenida Brasil e a Central do Brasil. E vai ter passageiro achando que é tudo culpa da Rita ou mais uma tramoia da Carminha. A SuperVia lançou uma campanha para atrair passageiros que preferem voltar para casa de ônibus, pela vai expressa. O mote principal da propaganda é a novela das nove, mas o ponto final dessa viagem não é a poltrona do usuário-telespectador, mas sim a futura concorrência entre o sistema de trens e a Transbrasil — o corredor expresso de ônibus que a prefeitura construirá entre Deodoro e o Centro.
Com plano de marketing agressivo, a SuperVia lembra aos passageiros que os trens levam a metade do tempo dos coletivos do Centro a Santa Cruz, Campo Grande, Bangu e Deodoro — bairro de onde partirá a Transbrasil, cujo trajeto concorrerá com o da linha férrea.
Para especialistas, essa disputa resultará numa trombada de mais de R$ 2,5 bilhões em investimentos públicos — entre R$ 1,21 bilhão para a compra de 60 trens pelo governo estadual e R$ 1,3 bilhão que o Palácio do Planalto já liberou para a construção da Transbrasil.
Nos bastidores, a Odebrecht TransPort — controladora da SuperVia — é contrária ao novo Ligeirão. Para atrair passageiros, a concessionária de trens faz provocações: se preferem ficar sentados num ônibus ou no sofá de casa vendo novela. No entorno da Central, dez funcionários distribuem passagens de graça, assim como em Madureira e nos bairros de Gramacho e Saracuruna, em Caxias.
Concorrência
A Odebrecht TransPort mantém distância de atritos com a prefeitura — para quem irá construir e operar a Transolímpica, corredor que ligará Magalhães Bastos à Barra da Tijuca por R$ 1,5 bilhão —, mas o presidente da SuperVia, Carlos José Cunha, admite publicamente a insatisfação pela primeira vez.
— A SuperVia considera os BRTs importantes como sistema complementar, e não paralelo a outros modais. Nas maiores cidades do mundo, o principal meio de transporte é sobre trilhos. A população estará melhor servida se tivermos uma política de transportes públicos que considere a malha como um todo, sem que um concorra com outro — diz Cunha.
Especialistas discordam de investimentos
Ex-presidente do Departamento de Estradas e Rodagens, o engenheiro Fernando Mac Dowell, da UFRJ, afirma que a Transbrasil concorrerá com os trens e que a Avenida Brasil não suportará o BRT:
— A Avenida Brasil abastece a cidade e o porto, que movimenta mais de R$ 16,24 bilhões por ano. A solução é a SuperVia, que tem 150 mil passageiros na Brasil. A demanda ali é de 1 milhão de pessoas por dia, e as obras da Transbrasil seriam um caos.
Diretor do Centro de Ciências Sociais da Faculdade de Economia da Uerj, o economista Léo da Rocha Ferreira diz ser mais racional investir na ferrovia e não no BRT:
— É preciso ampliar o que já existe em infraestrutura e não investir em outra área. A primeira coisa que se aprende em economia é: os recursos são escassos e é preciso procurar maior eficiência na hora de usá-los.
Ex-secretário municipal de Transportes, o deputado federal Arolde de Oliveira conta que a Transbrasil não seria feita no governo anterior:
— Um estudo mostra que os usuários da Transbrasil vão mais para dentro do subúrbio, mas pode haver essa troca (concorrência) nas estações próximas à Brasil. Não queríamos algo paralelo.Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/supervia-compra-briga-com-empresas-de-onibus-critica-novo-brt-da-avenida-brasil-6234514.html#ixzz27xulQJlV

Ônibus do BRT é testado em Belém

Veículo articulado tem capacidade para 180 pessoas.
Quando concluído, o projeto vai ligar Icoaraci até o mercado de São Brás.
Foi testado neste sábado (29) em Belém, o ônibus do BRT (Bus Rapid Transit). O veículo é todo refrigerado, tem internet, câmeras para auxiliar o motorista e até um bicicletário.
A capacidade máxima do veículo articulado é de 180 pessoas. Inicialmente o BRT prevê um total de 48 ônibus. Quando concluído, o projeto vai ligar Icoaraci até o mercado de São Brás.
O objetivo do sistema BRT é reduzir o tempo de viagem em até 60% e desafogar o trânsito de Belém nas avenidas Almirante Barroso e Augusto Montenegro. O BRT começa a ser implantado no mês de outubro.
saiba mais
O projeto está orçado em cerca de R$ 400 milhões. As obras começaram em janeiro de 2012 na avenida Almirante Barroso, que ganhou uma via expressa por onde os ônibus do BRT vão passar. As obras na avenida Augusto Montenegro estão previstas para serem entregues até o final de 2013.
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sábado, 29 de setembro de 2012

Um aperitivo da Etransport e Fetransrio 2013



Próxima parada: sustentabilidade

Grupo Águia Branca alia negócios e meio ambiente. Entre iniciativas, estão controle de emissão de gases poluentes e manutenção que prolonga uso de pneus da frota.
DÉBORAH OLIVEIRA
Manter a saúde econômica e a do planeta. Esse é o desafio que começa a invadir o dia a dia das empresas. Sustentabilidade tornou-se um compromisso assumido com os negócios e as futuras gerações. Assim é no Grupo Águia Branca (GAB), um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil. Lá, tecnologia da informação é agente facilitador de programas sustentáveis. Por essa razão, apoiada em projeto inovador, a empresa foi a vencedora do Prêmio IT Leaders de Sustentabilidade e TI Verde, em sua segunda edição neste ano.
Esse prêmio especial, totalmente isolado do ranking, escolheu o CIO/empresa com maior pontuação obtida no questionário respondido por 350 líderes de TI, do total de 457. A análise foi baseada na participação do departamento de TI na elaboração a na condução das políticas e práticas sustentáveis da companhia. O questionário foi criado pelo pesquisador ambiental e cientista político Sergio Abranches, para o especial CW 300 e metodologia adaptada pela equipe da COMPUTERWORLD.
Um dos mais importantes exemplos da preocupação da Águia Branca com sustentabilidade está no controle de frotas, que mapeia, por veículo, o gasto de combustível, pneu e emissão de gases poluentes na atmosfera. A atividade já contribuiu para significativa redução das emissões de gases de efeito estufa.
Os veículos são equipados com telemetria, que permite a medição e o registro a distância de parâmetros como quantidade de combustível consumida, quilometragem percorrida, paradas do veículo, níveis de óleo, água etc. Somente na Viação Águia Branca são 750 ônibus com a tecnologia e na VIX [empresa do grupo] são mais de 2,5 mil carros, implementos e ônibus monitorados. 
O sistema mapeia a aceleração do veículo, o freio, velocidade e outros indicadores. As informações são enviadas para o Centro de Controle de Operações (CCO) para identificar oportunidades de melhoria no comportamento dos motoristas.
O condutor do veículo que consegue economizar mais combustível e, por consequência, emitir menos gases poluentes na atmosfera, recebe um prêmio. “São estabelecidas metas anuais de consumo e os profissionais que recebem melhores avaliações são reconhecidos. “Esse programa tem mais de dez anos e vem amadurecendo ao longo do tempo. Atualmente, os controles são feitos por sistemas e sensores, que têm previsão de receber melhorias em 2013”, explica Aldo Zuquini Junior, gerente de Tecnologia da Informação do GAB.
De acordo com ele, combustível é componente de custo e é altamente poluente e por isso a preocupação. “Os dois elementos mais críticos são pneu e diesel e os que mais controlamos por aqui”, assinala. 
Ele explica que os dados vão para o sistema de gestão empresarial (ERP) da companhia, gerando indicadores de desempenho de economia e redução de emissão de gases na atmosfera. Tudo é controlado pela área de Tecnologia da Informação, que soma cerca de 120 pessoas em todo o Brasil. “Consideramos essa uma iniciativa brilhante. Foi uma demanda das empresas, gerida por elas com o apoio da TI. Somos apenas uma peça desse sucesso”, afirma. “TI está entrelaçada nos negócios e em função disso contribui para a sustentabilidade”, completa.
Segundo ele, não houve um marco na história da empresa que estabelece o início da era da sustentabilidade. “As iniciativas começaram a acontecer e vimos que estabelecer controles não beneficiaria apenas a companhia, reduzindo custos, mas também a saúde do País”, relata.
Desde 2006 na organização e também pilotando a TI, o executivo diz que incentiva a colaboração e o trabalho em equipe e promove constantemente novas ideias relacionadas à sustentabilidade.
Daí surgiu outra grande iniciativa. No início deste ano, a área de TI centralizou o descarte de equipamentos ociosos e baterias, ação que era conduzida até então por cada empresa do grupo. “Mas, muitas vezes, elas realizavam o correto descarte do aparelho e não eliminavam as informações contidas neles. Passamos para a nossa gestão e já na primeira rodada vamos eliminar 1,5 tonelada de dispositivos de TI”, comenta. A companhia fechou parceria com a Marca Ambiental que ficará responsável pela reciclagem e destinação ecologicamente correta do lixo.
Recentemente, a empresa também passou a realizar o controle de impressões. “Mapeamos quantas folhas cada máquina imprime e todos os dias os gestores da área recebem um relatório com esses números”, assinala. São aproximadamente 150 impressoras espalhadas em todo o Brasil, que imprimem cerca de 287 mil cópias por mês. “Com o controle, esperamos reduzir em 20% esse número até o final de 2012, chegando a uma economia final perto de 50% do volume de impressões”, detalha.
Ele diz que aquele que mais imprime e consome papel recebe um e-mail alertando a quantidade de árvores que derrubou. “A pessoa sente-se responsável e diminui as impressões”, diz.
O próximo passo dessa ação, segundo ele, é implementar um sistema para que a pessoa envie o comando de impressão, mas tenha de ir pessoalmente até o equipamento para liberá-la. “Assim, evitamos o esquecimento de papéis nas máquinas e o desperdício”, relata.
Fruto do estímulo da TI, mais um projeto inovador passou a fazer parte do desenho da área. Trata-se do uso de uma calculadora digital desenvolvida internamente, disponível na intranet, que informa ao usuário a quantidade de energia que os diferentes tipos de computadores e notebooks consomem ao longo de suas vidas úteis. “Como a compra de equipamentos é realizada por cada empresa, decidimos facilitar a escolha de novos. A calculadora avalia consumo de energia e outros indicadores e aponta a melhor opção”, explica.
“Quanto maior o coeficiente energético de um equipamento, mais pontos ele acumula e consequentemente melhora sua avaliação final”, assinala. A escala vai de zero a cem, em que zero significa “descarte” e cem “impecável”. De 86 a 95, por exemplo, é considerado “muito bom”. 
Zuquini Junior lembra que ser sustentável não se limita a pensar apenas na parte física. “O lixo virtual também é uma ameaça ao mundo real”, sintetiza. “Promovemos uma campanha anual para que as pessoas limpem suas pastas e tirem da rede o que não usam. Assim, liberam espaço nos equipamentos de armazenamento e consumimos menos energia”, completa.
As pastas de arquivos temporários também têm uma rotina de limpeza mensal e não podem ser restauradas. “Atitudes simples contribuem sobremaneira interna e externamente”, ensina.
O aumento do uso da tecnologia em todo o mundo requer, cada vez mais, recursos de data centers e esse consumo tende a crescer de forma exponencial. Diante desse cenário, a TI da organização presta atenção em tecnologias que ajudem a reduzir a pegada de carbono.
Por isso, entre as iniciativas da TI estão ainda as básicas de TI Verde, como virtualização e melhorias constantes no data center. Hoje, o Grupo Águia Branca conta com 175 servidores virtualizados em produção e mais 75 para ambiente de testes e homologação. “São 250 servidores virtualizados que rodam em apenas 24 servidores físicos”, contabiliza.
De acordo com ele, com virtualização foi possível economizar energia de processamento, armazenamento e refrigeração. “Em nosso último projeto de atualização do data center, há um ano, isolamos termicamente as salas dos servidores, que geraram maior eficiência dos equipamentos de resfriamento e consequentemente menor gasto de energia”, pontua.
Com o DNA verde, a TI planeja, em breve, eliminar toda a papelada na empresa e ir muito além da tecnologia, acabando, por exemplo, com o copo descartável. “Nossa filosofia é apoiar os negócios, sendo a sustentabilidade um dos pilares da atuação”, finaliza o diretor de TI e vencedor do Prêmio IT Leaders de Sustentabilidade e TI Verde. 
Como foi selecionado o vencedor
No processo de identificação das empresas e CIOs mais avançados nas práticas sustentáveis, a equipe da COMPUTERWORLD levou em consideração dois pontos fundamentais. Primeiro que qualquer medida de sustentabilidade deve estar centrada na questão de redução de emissões de carbono. No caso do Brasil, está relacionada ao uso de energia e também ao consumo de combustíveis e de insumos intensivos de carbono e pegada de água.
O segundo, é que ainda não há um padrão de TI Verde adaptado às especificidades do setor no Brasil e de uso geral. Por isso, a publicação usou o modelo de Abranches.
A avaliação considerou básica a implementação de processos e práticas para redução aliada à adoção de métodos e metodologias para medição de emissões e a prática da política dos três “erres”: reduzir, reusar e reciclar. Assim, os aspectos de monitoramento e medição e os de infraestrutura tiveram peso maior.
Foram finalistas dessa categoria Aldo Zuquini Junior (Grupo Águia Branca), Tania Nossa (Alcoa) e Jedey Miranda (Europ Assistance).
A metodologia premia quatro aspectos principais das práticas produtivas das empresas: 
1. Liderança e engajamento: mede o grau de comprometimento da direção da corporação e do CIO com o tema
2. Práticas sustentáveis: trata das políticas de reuso, reciclagem, trabalho remoto, certificação de fornecedores, políticas internas de racionalização de equipamentos e da organização do ambiente de trabalho
3. Monitoramento e medição: avalia se a empresa tem metas de emissão de Gases de Efeito Estufa mensuráveis e se elas são registradas e verificadas de forma consciente
4. Instalações, equipamentos e centros de dados: pontua infraestrutura e ações como virtualização de sistemas, gestão de insumos e uso adequado de equipamentos.

NTU participa do Etransport no Rio de Janeiro

Paralelamente, entidade promove seu 14º Encontro de Boas Práticas para disseminar iniciativas de destaque na promoção da mobilidade nas cidades brasileiras
A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estará presente ao 15º Etransport, congresso sobre transporte de passageiros promovido pela Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Rio de Janeiro (Fetranspor). A Mobilidade Inteligente é o tema deste ano, buscando inovações em gestão e tecnologia para promover eficiência e qualidade de vida no deslocamento de pessoas. O encontro acontece na capital fluminense, entre 03 e 05 de outubro, no Riocentro.
Parceira da Fetranspor, a NTU terá extensa participação no Congresso. Levará um estande onde serão expostos dados, vídeos e publicações sobre o BRT (sigla em inglês para ônibus rápidos), além de divulgar o site BRT Brasil, que monitora a evolução das obras e projetos desse sistema pelo Brasil. No dia 4 de outubro será realizada a entrega da Medalha do Mérito Precursor do Vale-Transporte, que reconhece os esforços em prol da obrigatoriedade do benefício a todos os trabalhadores brasileiros.
BOAS PRÁTICAS – O presidente-executivo da NTU, Otávio Cunha, integra o painel de debates Pensando o ônibus do futuro e a qualidade dos serviços, que será realizada no último dia do Congresso. Ele falará sobre a Aplicação da estrutura do ônibus do futuro na realidade brasileira. O principal destaque da participação da NTU no Etransport é o 14º encontro anual de Boas Práticas. Nesta edição, serão expostas e debatidas experiências de mobilidade urbana que antecederam a lei 12.587/12, que implanta no país a necessidade de o planejamento das cidades incluir os deslocamentos diários dos cidadãos. As experiências a serem abordadas já fazem parte de um caderno técnico publicado pela NTU.
Integrante do Consórcio RMTC de Goiânia, Leomar Avelino vai relatar a experiência do Serviço de Informação Metropolitano (SIM) para melhorar a eficiência do transporte público. Em época de desoneração na pauta nacional, Dimas Humberto Barreira, representante do Sindiônibus de Fortaleza falará sobre a isenção de ICMS sobre os serviços de transportes públicos. JáMatteus Freitas,da NTU, abordará a mobilidade no cenário internacional, relatando as experiências de pedágio urbanoem Cingapura e Londres.
Representante da BHTrans, RamoVictor César contaráa experiência da capital mineira no desenvolvimento e implantação do pioneiro Plano de Mobilidade Urbana. Também serão abordados os temas gestão do transporte público em regiões metropolitanas (mesa das 15h20) e integração entre bicicletas com o transporte público em Sorocaba. Ao final do encontro a NTU vai disponibilizar todas as apresentações em seu site como forma de incentivar a adoção de soluções criativas para favorecer a mobilidade nos centros urbanos brasileiros.

SERVIÇO

15º Etransport

03 a05 de outubro

RioCentro – Riode Janeiro


14º Encontro de Boas Práticas da NTU

03 de outubro

Sala4 – 14h30 às 17h30

Contato: AndréCastro – (61) 8219.5434

Programação 14° Encontro de Boas Práticas

14h30 Abertura
Marcos Bicalho dos Santos
Diretor Administrativo e Institucional da NTU

14h40 Eficiência e eficácia do transporte público
Experiência: Serviço de Informação Metropolitano (SIM)
Palestrante: Leomar Avelino (Consórcio RMTC, Goiânia-GO)

15h00 Isenções Tributárias
Experiência: A isenção do ICMS sobre a prestação do serviço de transporte público
Palestrante: Dimas Humberto Barreira (Sindiônibus, Fortaleza-CE)

15h20 Gestão metropolitana
Experiência: A gestão da região metropolitana do transporte público.
Palestrante: (a definir).

15h40 Pedágio Urbano
Experiência: O pedágio urbano em Cingapura e Londres.
Palestrante: Matteus Freitas (NTU)

16h00 Prioridade ao transporte público e não motorizado
Experiência: Projeto bicicleta pública e a integração com o transporte público de Sorocaba-SP.
Palestrante: (a definir)

16h20 Plano de Mobilidade Urbana
Experiência: O Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte-MG (PlanMob-BH).
Palestrante: Ramon Victor César (BHTrans, Belo Horizonte-MG)

16h40 Discussão
Mediador: Marcos Bicalho dos Santos
Diretor Administrativo e Institucional, NTU

17h30 Encerramento

Com atraso, novos ônibus são entregues

Laís Fernandes – ACS/PMI
Apresentação dos 18 veículos faz frota da Indaiatubana passar a ter 31 carros zero quilômetro
A Viação Indaiatubana, responsável pelo transporte coletivo do município, apresentou nesta quinta-feira (27) para a Prefeitura de Indaiatuba oito novos ônibus zero quilômetros, que substituirão os veículos antigos da frota da empresa. De acordo com a Viação a previsão de chegada das outras 10 unidades é para esta sexta-feira (28), completando a renovação da frota.
A documentação dos veículos e o emplacamento estão sendo providenciados para que os mesmos entrem em operação. Os oito veículos novos são considerados ônibus leve, da marca e modelo Mercedes Benz 0F1519 Euro 5 com carroceria Ciferal Marcolopo Torino com capacidade para 36 pessoas sentadas. Os próximos 10 veículos serão ônibus convencionais da mesma marca e carroceria com capacidade para 48 pessoas sentadas.
Anteriormente a Viação Indaiatubana estava com uma frota de 62 veículos, com idade média de 3,81. Com a chegada desses oito veículos a frota da Viação foi para 70 ônibus; a idade média da frota abaixou para 3,37. “A idade média irá abaixar ainda mais com a chegada dos próximos 10 ônibus e com as substituições dos antigos, ficando com uma das frotas mais novas da RMC (Região Metropolitana de Campinas)”, comenta o diretor do Departamento de Transporte Coletivo, Silvio Roberto Lima.
Para o secretário de Administração, Núncio Lobo Costa, é uma alegria receber os novos ônibus e concretizar o compromisso assumido de renovação da frota. “O compromisso que foi assumido pelo prefeito Reinaldo Nogueira (PMDB) foi cumprido e é uma alegria para nós receber esses novos ônibus. A melhoria do serviço já foi notada e agora com esses novos veículos ficará ainda melhor, essa semana chegará os outros 10 veículos novos para completar o progresso. Essa sensação de melhoria será sentida aos poucos pelos usuários e pedimos para a população sentir essa melhoria no dia-a-dia”, ressalta Costa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Juiz decreta falência da Busscar

Juiz decreta a falência da Busscar Ônibus em Joinville
O juiz Maurício Cavallazzi Povoas decretou a falência do Grupo Busscar, em Joinville. A sentença foi dada na tarde de hoje (27/09) e estipulou como data inicial da falência, o prazo de 90 dias anteriores à data de protocolo da ação de recuperação judicial na Justiça. Com a decisão, foram suspensas todas as ações ou execuções contra a falida, com exceção de situações previstas em lei.
O grupo Busscar é composto pelas empresas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda, Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda., TSA Tecnologia S.A., Tecnofibras HVR Automotiva S.A. e Climabuss Ltda., todas administradas pelos sócios-diretores Claudio Roberto Nielson e Fabio Luis Nielson.
A partir de agora, fica proibido qualquer ato de disposição ou oneração de bens da empresa sem autorização judicial. Para isso, foi nomeado o Instituto Rainoldo Uessler como administrador judicial da falência, que deverá prestar compromisso e apresentar os relatórios necessários. Povoas determinou, ainda, o lacre das empresas Busscar Ônibus S.A., Bus Car Investimentos e Empreendimentos Ltda., Buscar Comércio Exterior S.A., Lambda Participações e Empreendimentos S.A., Nienpal Empreendimentos e Participações Ltda.
Ele autorizou a continuação provisória das atividades das empresas Tecnofibras HVR Automotiva S.A., mediante fiscalização do administrador judicial, e da Climabuss Ltda., onde as atividades continuarão por 30 dias. Depois deste prazo o administrador judicial da falência apresentará relatório indicando a viabilidade ou não da continuidade das atividades. Cabe apelação a instâncias superiores. (Autos n° 038.11.046851-9)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Marcopolo amplia opções de ônibus de fretamento

Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
Posicionado como produto intermediário dentre os modelos intermunicipais Ideale e os rodoviários Geração 7, o Audace é o mais recente desenvolvimento da Marcopolo. O veículo será apresentado oficialmente ao mercado na FetransRio, confirmada para o período de 3 a 5 de outubro, no Rio de Janeiro. O Audace nasce com a missão de elevar ainda mais a participação da encarroçadora de Caxias do Sul no segmento de fretamento contínuo e receptivo, assim como nas linhas intermunicipais regulares de média e curta distâncias. Este mercado movimenta anualmente de 2,8 mil a 3 mil unidades e, atualmente, tem a liderança da Marcopolo, com participação de 65%. Até agosto, pelos dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus), a produção total no País foi de 1.876 veículos. A Marcopolo participou com 1.212 unidades.
Paulo Corso, diretor de operações comerciais, projeta para este ano venda não superior a 300 ônibus. Já para 2013, a meta é da ordem de 1,3 mil a 1,5 mil unidades do modelo Audace. Ele reconhece que parte deste volume virá da migração do Ideale, mas adianta que outra terá de ser buscada com aumento de participação no mercado, que, acredita, crescerá pelos próximos quatro anos. Corso não crê em migração do G7 900, modelo mais sofisticado e que, atualmente, atende em especial ao transporte de funcionários de órgãos públicos, como Petrobras e Casa da Moeda.
O Audace chega ao mercado com preço variando de R$ 170 mil a R$ 180 mil, em torno de 15% a 20% superior ao Ideale, e 5% abaixo do G7 900 - valores somente de carroceria. Estará disponível na versão 4x2 com até 12,7 metros de comprimento e 3,2 metros de altura, e capacidade para 46 a 49 passageiros, com e sem sanitário.
O novo modelo também servirá para incremento de vendas externas no segmento de fretamento e linhas intermunicipais. Corso estima mercado total de mil unidades ao ano, basicamente concentrado em países do Mercosul, especialmente no Uruguai e Chile. O executivo acredita que a Marcopolo, com o Audace, poderá ter participação de 30% a 40% neste volume. Em 2011, segundo dados da Fabus, a empresa exportou 268 unidades nesta categoria.
Veículo sem teto voltado ao turismo passa a integrar portfólio da marca
Há uma década, a Marcopolo atendeu a pedido pontual de governos da África do Sul para produzir em torno de 200 ônibus sem teto para o transporte coletivo. Na mesma época, veio da prefeitura de Foz do Iguaçu (PR) solicitação de modelo similar para aplicação turística. Desde então, nada mais foi produzido com esta proposta, que agora passará a integrar o portfólio da fabricante de carroçarias de ônibus.
A primeira unidade do ônibus urbano de dois andares Viale Double Decker Sunny circula há quatro meses por Porto Alegre, conduzindo passageiros pelos principais pontos turísticos da Capital gaúcha. O resultado é que a prefeitura iniciou tratativas para adquirir mais 10 veículos para aumentar a oferta deste tipo de transporte específico na cidade.
De 3 a 5 de outubro, o ônibus será usado como transporte oficial dos participantes da FetransRio, além de circular por pontos turísticos. Ele será uma das atrações expostas na feira pela Marcopolo, que negocia a venda de unidades com as prefeituras do Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Foz do Iguaçu, além de Cartagena, na Colômbia.
De acordo com Walter Cruz, gerente de estratégia e marketing, o modelo tem grande potencial de vendas diante do trabalho de promoção do turismo no Brasil e dos eventos esportivos de 2014 e 2016. Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo para o mercado brasileiro, acrescenta que o Viale DD Sunny representa novo nicho de mercado que ressurge de maneira mais forte no Brasil.
O Viale DD Sunny é um modelo especialmente projetado para as viagens de turismo em cidades e locais turísticos. O veículo tem piso baixo e capacidade para transportar 74 passageiros sentados, sendo 57 no piso superior e 17 no inferior. Tem 12,5 metros de comprimento e quatro de altura, e equipamentos para permitir total acessibilidade. No piso inferior, há sistema de ar-condicionado com saídas individuais e vidros laterais panorâmicos. No superior, as poltronas são de plástico especial, mais resistente. Há, ainda, a opção de vinil retrátil, que pode ser usado como teto para proteger os passageiros em caso de chuva.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Iveco abre divisão de ônibus em outubro

Veículos devem chegar ao mercado em 2013
A Iveco marcou para outubro o lançamento de sua nova divisão de negócio no Brasil dedicada exclusivamente ao segmento de ônibus. Na próxima segunda-feira, 1º, a montadora revelará suas estratégias para este mercado e deve apresentar parte dos veículos da gama, que terá modelos tanto para o segmento rodoviário como o urbano, além de micro-ônibus.
Teaser enviado pela Iveco sobre sua nova divisão de ônibus
O anúncio da nova divisão de ônibus foi feito em abril deste ano, pelo presidente da Iveco na América Latina, Marco Mazzu, durante o lançamento do novo Daily Euro 5. Na ocasião, o executivo adiantou que o negócio será focado em todas as fases de concepção dos veículos, desde o desenvolvimento até produção e vendas, mas que negociava sobre a montagem da carroceria com uma encarroçadora (leia aqui). A expectativa é de que os novos veículos cheguem ao mercado em 2013.
A empresa vem dando sinais de seu retorno ao segmento há algum tempo. Em 2009, retornou ao mercado de chassis com o lançamento do novo Cityclass, encarroçado pela Neobus. No mesmo ano, conquistou, por meio de licitação, o fornecimento do veículo para o programa Caminho da Escola. Desde então, a Iveco entregou pouco mais de 3,5 mil unidades do modelo para diversos municípios em todo o País.
A ofensiva no mercado de veículos de passageiros continuou e, em abril deste ano, a Iveco apresentou o novo membro da família Daily, um miniônibus com capacidade para até 18 passageiros, implementado diretamente pela montadora. O modelo foi lançado para o mercado este mês (leia aqui).

Marcopolo amplia portfólio com Audace

Carroceria é opção entre Ideale e Viaggio 900 G7
SUELI REIS, AB | De Caxias do Sul (RS)
De olho no mercado de fretamento de curta e média distâncias, a Marcopolo amplia seu portfólio com a novacarroceria Audace para aplicação em ônibus rodoviários. Na gama de produtos da encarroçadora, o modelo se posiciona entre os rodoviários Ideale, de entrada, e o Viaggio 900, topo de linha da família G7.
“Percebemos que faltava em nosso portfólio um modelo que atendesse a carência de um produto intermediário, para frotistas e clientes que querem oferecer mais por menos e o Audace veio para suprir essa fatia do mercado”, conta Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo. 
O modelo será oferecido na versão 4x2 com duas opções de chassis: o Mercedes-Benz OF 1721 Euro 5, motor dianteiro, nos comprimentos de 12,7 metros, de 46 ou 49 lugares, 12,1 metros, com 42 ou 45 lugares, e o de 11,5 metros, com 45 lugares. Já a versão com chassi MAN Volkswagen 17230, também Euro 5 e motor dianteiro, virá nas versões de 12,6 metros, com 45 ou 48 lugares, 12,1 metros com 45 lugares ou 11,3 metros, de 41 lugares.
Segundo Corso, há planos de incluir o Audace em carrocerias com motores traseiros, principalmente para o mercado de exportação. “Existe a possibilidade de termos esse produto, com motorização de até 310 cv, mas dependerá da demanda”, explica. 
As faixas de preço da carroceria variam de R$ 170 a R$ 180 mil, enquanto o Ideale custa entre R$ 140 e R$ 180 mil e o Viaggio 900 G7, em torno de R$ 180 a R$ 190 mil. 
O Audace participará apenas do segmento rodoviário, que em 2011 foi responsável pela venda de 2,8 mil unidades na Marcopolo. Segundo Corso, apesar das projeções de retração neste ano, o mercado tende a crescer até 2016. “Em 2012, não há tempo hábil para elevar as vendas, nossos negócios para o mercado de fretamento devem fechar o ano entre 1,3 mil e 1,5 mil unidades, das quais o Audace deva participar com 300 unidades”, projeta. Ele acrescenta que no primeiro ano de vendas do novo chassi deverá haver um movimento de migração dos clientes do Ideale e da linha G7. “O Audace deve sugar as vendas de pelo menos 500 unidades do Ideale e duzentas do G7”, estimou.
Para o mercado de exportações, o Audace foi pensado para alvos como Chile, Uruguai, México e países da América Central. No primeiro ano de vendas, a empresa prevê embarcar entre 300 e 400 unidades. “Com o Audace, esperamos recuperar fatia que era do Andare 850 nestes mercados.”
DESIGN
Por fora, o Audace chama a atenção pelo desenho dos para-brisas e vidros laterais, que ampliam a visibilidade dos passageiros. O conjunto ótico é de LED, nas luzes de direção e de posição da dianteira e nas lanternas integrais e delimitadores, na traseira. Tem como opcional farol de neblina e porta interna que separa motorista do salão de passageiros. Internamente, o veículo traz como novidade a porta In-Swing, que se desloca para a parte interna do veículo, inédita nos produtos da Marcopolo. A iluminação do salão de passageiros e as luzes de leitura também são de LED, enquanto os bancos têm 1,03 metro de largura.
O modelo foi desenhado pela equipe brasileira de engenharia da Marcopolo, localizada em Caxias do Sul (RS) e será apresentado ao público pela primeira vez durante a FetransRio, feira bienal dedicada ao segmento de ônibus, entre 3 e 5 de outubro, no Rio de Janeiro.

JORNALISMO Imprimir RSS Enviar Corrigir Linha Interbairros I começa a circular com ônibus híbridos a partir de quinta-feira

Um ônibus híbrido, bem menos poluente, começa a circular na próxima quinta-feira (27) na linha Interbairros I, que liga os bairros do Centro de Curitiba até a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), no Prado Velho. O "hibribus" usa um motor elétrico nas arrancadas e, ao ganhar velocidade, passa para o movido a diesel. As freadas também ganharam uma função extra, a de recarregar as baterias do veículo. O modelo, com capacidade para acomodar até 80 passageiros, é de fabricação da marca Volvo e vem sendo testado desde 2010.
Em comparação com os ônibus convencionais, há redução de 35% no consumo de diesel e de até 90% na emissão de poluentes. O motor elétrico não gera ruídos.Ao todo, a prefeitura comprou 60 ônibus, pelo preço de R$ 600 mil cada um. Esse valor representa cerca de 60% a mais que um ônibus convencional.
Nesta primeira etapa, na linha Interbairros I serão dez ônibus híbridos. A partir de 20 de outubro, outros 20 ônibus híbridos passarão a circular nas linhas Detran/Vicente Machado, Água Verde/Abranches, Juvevê/Água Verde e Jardim Mercês/Guanabara. Os trinta restantes passarão a fazer parte do transporte público de Curitiba a partir de 2013.

Modelo de ônibus coletivo para o BRT é apresentado hoje pela Seplan

Ônibus foi mostrado ontem a Anderson Adauto, que imediatamente postou a imagem no mural de seu Facebook 
Prefeito Anderson Adauto (sem partido) apresenta nesta terça-feira um ônibus cujo modelo é o da frota que atenderá à operação do transporte coletivo no eixo leste/oeste, dentro do projeto de mobilidade urbana. O veículo, aprovado no estudo realizado pela Secretaria de Planejamento, ficará exposto a partir de hoje em frente do prédio da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu).
De acordo com o titular da Seplan, Karim Abud Mauad, os veículos são de alta tecnologia. “São maiores, porém não articulados, mas com capacidade de transportar 100 passageiros”, adianta. Além disso, o ônibus pode realizar o embarque e desembarque de passageiros no mesmo nível das subestações, por meio de rampas de acesso. Ainda está equipado com portas eletrônicas, são silenciosos e não poluentes. “Uberaba será a segunda cidade a adotar este modelo no país”, adianta o secretário, revelando que a primeira será o Rio de Janeiro.
A princípio, o corredor de transporte coletivo será alimentado com doze destes veículos, com perspectiva de o número ser ampliado para dezesseis. Eles serão adquiridos pelas concessionárias, sendo que o preço pode variar de R$550 mil a R$650 mil.
Ainda de acordo com o secretário, a perspectiva é de o primeiro corredor do sistema de transporte BRT - Bus Rapid Transit (Trânsito Rápido de Ônibus) -, na avenida Leopoldino de Oliveira, entrar em operação ainda em dezembro de 2013. “A partir daí o uberabense terá um ônibus a cada três minutos neste eixo do transporte coletivo”, finaliza.

Apresenta novo chassi de ônibus Agrale MA 17.0 na Fetransrio

MARISTELA C. SECCO 
Empresa ampliará linha para ingressar no segmento de 17 toneladas

A Agrale, empresa fabricante de chassis para ônibus, caminhões, utilitários, tratores e motores estacionários, apresenta seus modelos de chassis Euro 5 para Micro e Midibus na FetransRio 2012. O principal destaque da empresa é o novo chassi Agrale MA 17.0, o mais robusto da categoria, destinado a aplicações urbanas e com lançamento previsto para início do próximo ano.
Segundo Silvan Poloni, gerente de vendas de veículos da Agrale, a apresentação do Agrale MA 17.0 na FetransRio 2012 é importante porque permitirá uma participação ainda mais forte da marca em um mercado que representa mais de 40% das vendas no Brasil. “Desenvolvemos um produto robusto, no qual aplicamos tecnologias que garantem ao nosso cliente e usuário ganhos de desempenho, com menores custos operacional e de aquisição”, explica o executivo.
O Agrale MA 17.0 é o modelo de maior capacidade de carga já produzido pela marca e ampliará as opções da empresa no principal segmento de mercado de ônibus urbanos, com alto volume de vendas e muito disputado por todos os fabricantes. 
Outra novidade da empresa é o chassi MA 10.0, também o mais robusto de sua categoria (leves), que apresenta todas as inovações e melhorias introduzidas na linha de chassis para micro-ônibus Euro V. O novo layout de montagem com reposicionamento do eixo dianteiro amplia o aproveitamento do espaço interno da carroceria e o campo visual do motorista, melhorando a dirigibilidade. Além disso, o posicionamento da alavanca de câmbio, fixada no painel, garante maior ergonomia. 
A nova versão do Agrale MA 10.0, com entre-eixos de 4.800 mm, foi desenvolvida para atender a demanda de mercado para aplicações que requerem maior espaço interno no salão de passageiros, com mais capacidade e conforto. Além da suspensão mecânica “standard” (convencional) que equipa esse chassi, existe a opção da suspensão traseira com sistema totalmente pneumático, que proporciona maior suavidade e reduz drasticamente a transmissão dos solavancos de buracos e desníveis da pavimentação para o salão de passageiros.
Maior fabricante brasileira de chassis leves e líder no segmento há 14 anos, a Agrale possui uma gama diversificada de veículos de 8 a 17 mil kg de PBT. A família oferece economia operacional e várias configurações de distâncias de entre-eixos, com opções de motor traseiro, piso baixo, suspensão pneumática e transmissão automática.
Os chassis Agrale atendem à demanda existente no mercado por veículos mais econômicos e compactos, sobretudo nos segmentos urbano e de fretamento, e são menos dispendiosos que os tradicionais ônibus urbanos. A família é composta pelos modelos MA 8.7, MA 9.2, MA 10.0, MA 12.0, MA 15.0, MT 12 LE, MT 15 LE, e a partir de 2013, do MA 17.0.
Chassi Agrale MA 8.7

Indicado para operações urbanas em linhas centrais e interurbanas ou intermunicipais de curta distância, o chassi MA 8.7 é ideal para micro-ônibus com carrocerias de até 8.000 mm. Tem como principais diferenciais o menor custo operacional e de aquisição, melhor acessibilidade aos passageiros e a multifuncionalidade de opções de configuração. Com tamanho diferenciado e PBT de 8.700 kg, o modelo, com motorização Cummins ISF 3.8 Euro 5, permite maior agilidade no trânsito que os ônibus convencionais.
Chassi Agrale MA 9.2

Concebido tanto para operações urbanas quanto rodoviárias, seu conjunto motriz confere ao veículo alto desempenho em qualquer situação, inclusive com o uso de acessórios como sistema de ar-condicionado. Ideal para micro-ônibus com carrocerias de até 8.500 mm e PBT de 9.200 kg, o modelo possui motorização MWM MAXXFORCE 4.8 de 165 cv de potência e 600 Nm de torque.
Chassi MA 10.0

O chassi Agrale MA 10.0 em sua nova versão de 4.800 mm de entre-eixos foi projetado para maximizar o aproveitamento da carroceria e aumentar o espaço interno, permitindo carrocerias de até 9.300 mm de comprimento. Esta versão é indicada para aplicações rodoviárias e de fretamento. Já a versão com entre-eixos de 4.500 mm é para aplicações urbanas severas, com carrocerias de até 8.900 mm de comprimento e PBT de 10.000 kg. A motorização MWM MAXXFORCE 4.8 de 165 cv e 600 Nm de torque garante elevado desempenho.
Chassi Agrale MA 15.0

Desenvolvido para o segmento de Midibus, o chassi Agrale MA 15.0 tem características únicas que permitem transportar maior número de passageiros, com mais conforto e segurança do que o micro-ônibus e também garante maior agilidade no trânsito urbano que os ônibus convencionais. Indicado para aplicações urbanas ou intermunicipais de curtas e médias distâncias, o chassi MA 15.0 é equipado com motor MAXXFORCE 4.8, com potência de 190 cv e torque de 720 Nm. O modelo tem PBT de 15.000 kg, distância entre-eixos de 4.300 mm a 5.250 mm e caixa de transmissão EATON de seis velocidades.
Chassi Agrale MA 17.0

O chassi MA 17.0 é a mais nova solução para o transporte de passageiros desenvolvida pela Agrale. Tem como principais características a robustez e uma mecânica consagrada no mercado brasileiro. Admite carrocerias de até 12.500 mm comprimento e foi projetado para atender as condições mais severas de trânsito urbano e de lotação. Equipado com motor MWM MAXXFORCE 7.2 de 6 cilindros, 225 cv de potência e torque de 861 Nm, permite retomadas em baixo regime de rotação, o que é ideal para o anda e para do trânsito urbano. O modelo possui transmissão Eaton FSO mecânica de seis marchas, suspensão com molas semielípticas na dianteira e traseira, direção hidráulica, entre-eixos de 5.950 mm, na versão “standard”, e PBT de 17.000 kg (técnico).
Fonte: http://www.segs.com.br/

Comercial mostra que andar de ônibus é divertido e emocionante

Anúncio foi exibido na TV dinamarquesa. 
Na propaganda, ônibus é mostrado como meio de transporte 'descolado'
Na Dinamarca, um comercial foi ao ar na TV do país para incentivar os cidadãos a utilizarem o transporte público, mostrando os ônibus como incríveis, divertidos e cobiçados pelos passageiros (assista).
Produzido pela M2Film, o objetivo da campanha é mostrar o coletivo como um meio de transporte emocionante e atraente. No comercial, os passageiros brigam para conseguir entrar no ônibus, se refastelam em seus assentos e ficam encantados ao apertar o botão de parada do veículo. 
O filme também destaca as vantagens do ônibus, como possuir uma via de trânsito própria e ter um motorista 'descolado' ao volante. 'Sou bacana', diz o condutor.

domingo, 23 de setembro de 2012

Rio vai ganhar passeio com veículo anfíbio

O Rio de Janeiro do bondinho do Pão de Açúcar e do trem do Corcovado deve ganhar em outubro uma nova opção turística: um veículo anfíbio para passeios nas águas da baía de Guanabara.
A atração vai se somar a outras já existentes na cidade, como o pedalinho da lagoa Rodrigo de Freitas, os passeios de jipes e ônibus abertos e escunas, voos livres e sobrevoos de helicóptero.
Será a estreia dessa modalidade de turismo no Brasil. Países como os EUA, Emirados Árabes, Austrália, Inglaterra e Espanha já usam essa espécie de ônibus-barco em passeios para turistas.
No caso do Rio, a inspiração foram os anfíbios da cidade de Boston (EUA), que surgiram de veículos usados na Segunda Guerra Mundial.
No conflito, os anfíbios serviam para o combate, transporte de passageiros e carregar alimentos dos navios para as tropas em terra. Após a guerra, vários foram modificados e usados no turismo.
O passeio vai durar uma hora e meia, ao custo de R$ 100 (adulto). O veículo vai navegar pela enseada de Botafogo e trafegar pela orla de Copacabana, zona sul, com saídas do morro da Urca.
De olho no boom de turistas, a empresa pretende ampliar a frota para dez unidades até a Copa de 2014 e incluir novos passeios, como na lagoa de Marapendi. O investimento é de R$ 8 milhões.
O passeio do bondinho custa R$ 53 (adultos) e R$ 26 (idosos e crianças de 6 a 12 anos). No trem do Corcovado, adultos pagam R$ 44. Idosos e crianças (6 a 12 anos) pagam R$ 22. Criança abaixo de seis anos não paga esses passeios.
O de jipe tem preços que vão desde R$ 95 (do morro Dona Marta) a R$ 262 por pessoa (Corcovado, Floresta da Tijuca, Jardim Botânico e Pão de Açúcar). O passeio no pedalinho sai por R$ 20 e de escuna, R$ 40.Segundo o sócio da empresa, Paulo Valladares, a intenção é abrir franquias em outras cidades brasileiras.
O anfíbio entrará no mar pela rampa do Clube de Regatas Guanabara. O acordo com o clube foi feito, e o veículo deve passar pela vistoria da Capitania dos Portos.
Segundo Valladares, na água o veículo chega a 10 km/h. Em terra, a 80 km/h. O anfíbio foi construído sobre um chassi de ônibus.
O casco é formado por chapa de aço e isopor. E da caixa de câmbio é que sai o eixo da hélice. "É seguro e eficiente", disse o empresário.
Os testes foram feitos semana passada na represa de Guarapiranga, em São Paulo.

ÔNIBUS LUXUOSO DE R$ 4 MILHÕES TEM ATÉ GARAGEM PARA CARRO

VEÍCULO VEM AINDA COM GELADEIRA, MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA, MICRO-ONDAS E SISTEMA DE ÁUDIO SURROUND
Onibus (Foto: Internet/ Reprodução)

Uma suíte, uma cozinha, cama de casal, banheiro, sala de TV e uma vaga de garagem. Não se trata de um apartamento ou casa e sim de um ônibus luxuoso criado para dar o máximo de conforto para o seu “morador” ou viajante.
Onibus (Foto: Internet/ Reprodução)












O luxuoso ônibus Volkner Mobil Performance custa entre R$ 2,4 milhões e R$ 4 milhões, segundo o jornal Daily Mail. A “garagem” pode ser aberta de dentro do veículo, por meio de um painel digital. A novidade foi desenvolvida pensando também em artistas que costumam viajar em turnês e precisam passar muito tempo em hotéis. 
Onibus (Foto: Internet/ Reprodução)














O cliente pode escolher entre uma variedade de equipamentos e acessórios para personalizar o ônibus. Ele vem ainda com geladeira, máquina de lavar louça, microondas e sistema de áudio surround. 
O veículo demora até um ano para ser construído e já recebeu diversas encomendas no mundo todo
Onibus (Foto: Internet/ Reprodução)
Fonte: http://epocanegocios.globo.com/

sábado, 22 de setembro de 2012

BRS aumenta número de usuários de ônibus

Sistema de seletivas atraiu 6 mil novos passageiros em 7 meses, mas cidade ganhou 48 mil automóveis...
Engarrafamento na Lagoa: a redução do uso de carro ainda depende da melhoria do transporte público
LEO MARTINS / O GLOBO
RIO - No Dia Mundial Sem Carro, comemorado neste sábado, uma boa notícia para a cidade: segundo o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, os BRSs (faixas preferenciais para coletivos) aumentaram em 5% o número de passageiros de ônibus na Zona Sul. Ainda de acordo com ele, são 6 mil usuários ou 12 mil embarques (viagens de ida e volta) a mais por dia nos BRSs de Copacabana, Ipanema e Leblon.
— Boa parte é de pessoas que deixaram o carro para usar o ônibus. Hoje, são feitas cerca de 262 mil viagens diariamente nesses corredores. O atrativo tem sido a redução do tempo de viagem — afirma Sansão.
O tempo de percurso no BRS da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, que completou um ano em fevereiro, caiu pela metade: de 23m10s, em média, nos horários de rush, para 11m35s. No corredor Ataulfo de Paiva/Visconde de Pirajá (Leblon/Ipanema), a diminuição foi menor: de 10%.
Funcionária do posto do Detran de Copacabana, Amanda Perez viu consolidar, com o BRS, a decisão já adotada anteriormente de usar o ônibus no trajeto entre sua casa, no Catete, e o trabalho:
— Só pego meu carro nos fins de semana.
O BRS da Avenida Rio Branco, no Centro, também encurtou a viagem em quase 50%: de 11m20s para 5m40s. No corredor Presidente Antônio Carlos/Primeiro de Março e na Avenida Presidente Vargas, também no Centro, a queda foi de 34% e 22%, respectivamente. O impacto no número de usuários nesses BRSs, mais recentes, ainda não foi contabilizado.
Para especialistas, as medidas adotadas e anunciadas não são suficientes para desestimular o uso do carro, reduzir os engarrafamentos e melhorar as condições ambientais. Ainda mais levando-se em conta o crescimento da frota de carros. A capital ganhou 48.258 novos automóveis, de janeiro a agosto deste ano, o equivalente a mais de 6 mil por mês. Mais do que os 42.864 no mesmo período do ano passado.
— O sistema de transporte não é atraente o suficiente para as pessoas deixarem de usar o carro — opina Paulo Cesar Ribeiro, professor de engenharia de transportes da Coppe/UFRJ.
A chamada taxa de motorização (habitantes divididos por carros) também foi na contramão do transporte público. No município, passou de 3,94 para 3,2 passageiros por carro, comparando-se agosto de 2002 com agosto de 2012.
José de Oliveira Guerra, do Departamento de Transportes da Uerj, defende a ampliação dos BRSs, lembrando que, quando o ônibus sai do corredor, passa a trafegar na mesma velocidade dos demais veículos:
— É preciso ainda doutrinar os passageiros a mudar de meio de transporte, quando necessário. O que importa é o tempo total da viagem.
Paulo Cesar Ribeiro acrescenta:
— Para haver ganhos ainda maiores nos BRSs, as linhas têm de ser reorganizadas, acabando-se com superposições.
Linha 4 tem de ser ampliada, diz professor
O professor da Coppe defende ainda a ampliação do metrô, a integração das barcas com o restante do sistema de transportes, a melhoria dos trens da SuperVia e a expansão do metrô. Não basta, diz ele, construir a Linha 4 do metrô, entre a Barra e a Praça General Osório (Ipanema):
— É importante ligar a Linha 4 pelo outro lado (Jardim Botânico-Botafogo) e concluir a Linha 2, construindo o trecho entre as estações Estácio e Carioca. A linha 3 será feita entre São Gonçalo e Niterói. E o trecho entre Niterói para o Rio? Falta o túnel. A Ponte Rio-Niterói está saturada.
Pelo primeiro BRT (corredor segregado para ônibus articulados), o Transoeste — que está operando entre o Terminal Alvorada, na Barra, e Santa Cruz — viajam entre 62 mil e 66 mil passageiros por dia. Segundo Alexandre Castro, gerente do Transoeste pelo Rio Ônibus, o trecho inaugurado retirou passageiros de vans e frescões:
— Percebemos ainda que algumas pessoas que circulavam de carro já começam a usar o parador entre Barra e Recreio.
Paulo Cesar Ribeiro, porém, insiste num reestudo dos BRTs, por causa dos acidentes em série:
— Deveriam ser implantadas mais travessias de pedestres com sinais, sincronizadas de modo que os ônibus não parem.
Coordenador regional da Associação Nacional de Transporte Público, William Aquino sai em defesa dos corredores de ônibus:
— Os congestionamento só não aumentaram mais por causa dos BRS e do BRT Transoeste — diz ele, destacando que o aumento de renda da população, o vale-transporte e os bilhetes únicos intermunicipal e municipal têm contribuído para as pessoas viajarem mais de carro ou de transporte público.
Para José Eugenio Leal, professor da PUC, o fundamental é mudar a estratégia do governo, que incentiva o carro ao reduzir impostos (IPI e IPVA) de veículos novos e que usam gás natural.
— Para se priorizar o transporte público, nossa economia não poderia continuar se baseando tanto no carro e no petróleo — adverte Leal.
Já o economista e ecologista Sergio Besserman chama a atenção para problemas causados pelos carros: a poluição do ar; o aquecimento global, quando utilizam gasolina e diesel, produtores de gases do efeito estufa; e a disputa pelo espaço público, uma vez que quase sempre são usados por uma única pessoa.
— O futuro é o da mobilidade inteligente. Precisamos de transporte público eficiente e de usar mais a informática para reduzir a mobilidade burra. O carro continuará a ser uma disponibilidade individual, mas de uso inteligente.
Calor e falta de limpeza ainda são motivo de queixas nos coletivos
O economista Eduardo Sette Camara, de 28 anos, deixa o carro em casa. Ou melhor, na casa dos pais, em Copacabana, porque não tem garagem onde mora. Ele só usa o automóvel nos fins de semana. O deslocamento entre a sua casa, no Leme, o apartamento dos pais, em Copacabana, e o trabalho, no Flamengo, é feito de ônibus, grande parte pelos corredores preferenciais (BRSs) da Avenida Nossa Senhora de Copacabana e da Barata Ribeiro.
— Não tenho onde estacionar — justifica o economista.
Eduardo diz que o BRS reduziu o tempo de viagem, mas são necessários ajustes:
— A organização precisa melhorar. Os motoristas, talvez porque sejam mal treinados, param longe, em fila dupla, passam direto nos pontos. Além disso, os ônibus não têm ar-condicionado, são sujos e malcuidados. Também agruparam os ônibus de forma que não atendem os usuários.
O secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, lembra que 20% dos ônibus têm de ser trocados anualmente e que toda a frota estará renovada até 2016. Quanto ao ar-condicionado...
— Estamos estudando essa questão com cuidado, por causa do impacto na tarifa.
Em relação ao metrô, a promessa do estado é que 19 novos trens estejam funcionando em março de 2013. O secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, garante ainda que, também no ano que vem, será inaugurada a estação Uruguai, na Tijuca.
Na SuperVia, dos 160 trens em operação, 68 são novos ou reformados e têm ar-condicionado. Segundo Lopes, esse número subirá para 84 até o fim do ano:
— Em 2014, todos os 191 trens terão ar-condicionado. Em 2016, serão 231 composições com ar.
Quanto às barcas, o TCE autorizou licitação para a compra de nove embarcações, que devem estar operando em dois anos. O aluguel de duas barcas, de 600 e mil lugares, deve acontecer até dezembro.

Linha até Cumbica será ampliada


Com a chegada de um novo ônibus, prevista para o próximo mês, linha até Cumbica deverá contar com novos horários / Foto Gustavo Rejani
Há uma semana operando na Cidade, a linha de ônibus que sai do Terminal Rodoviário Geraldo Scavone e vai até o Aeroporto de Guarulhos poderá ter seus horários ampliados com a chegada de um novo veículo – prevista para o próximo mês -, segundo informações da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Atualmente, somente um carro realiza cinco viagens diárias, de segunda a domingo: 5h30, 8h30, 11h30, 15h30 e 19h30, rumo a Cumbica. Em nota enviada como resposta ao editorial “Pela Metade”, publicado no último dia 20, “a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos esclarece que para novos serviços é recomendável estabelecer de início uma frota mínima que será ajustada de acordo com a evolução de passageiros transportados. As primeiras avaliações indicam que um novo veículo pode ser acrescentado à linha 800 Mogi das Cruzes no prazo de um mês”.
Um balanço prévio divulgado pela estatal registrou que em seis dias de operação (15/09 a 20/09), a linha 800 transportou387 passageiros.
Ontem, a reportagem de O Diário esteve no Terminal Rodoviário para observar a procura pelo novo destino. No carro que saiu às 11h30 da plataforma 8, cerca de 20 passageiros embarcaram. Um funcionário da bilheteria da Pássaro Marron, empresa responsável em executar o trajeto, comentou que a busca pelas viagens está crescendo bastante e os horários com maior número de passageiros são o das 5h30 e 8h30, quando o coletivo sai da plataforma com cerca de 25 a 30 passageiros. “Pelo tempo de serviço, a procura está boa”, disse o funcionário que preferiu não se identificar. (Juliana Conte)

Guararema ganha novos pontos e frota de ônibus

Os novos ônibus da frota são todos do modelo Euro V,
de 2012, todos com baixa emissão de poluentes
Recebendo a nova frota, os novos pontos de ônibus agregam conceitos de conforto, segurança e funcionalidade e quem ganha é a população
A novidade que todos os guararemenses já podem ver pelas ruas da cidade é a nova frota de ônibus apresentada pela CS Brasil no último domingo (2). A cidade agora conta com 22 carros adaptados para portadores de necessidades especiais sendo 12, pertencentes ao modelo Euro V, de 2012, com baixa emissão de poluentes. De acordo com a CS Brasil, a idade média da frota de Guararema é de 0,91 e comparada com outras cidades da região como Mogi das Cruzes, a nossa cidade está sempre com carros novos e em bom estado de conservação.
Com o objetivo de promover maior conforto e segurança aos usuários de transporte público coletivo, está em fase de finalização na rua Dona Laurinda, três novos pontos de ônibus. Os novos pontos contarão com luzes internas, vidros traseiros e laterais e serão distribuídos em dois locais na rua. Na calçada em frente à Escola Estadual Roberto Feijó terão dois pontos, um com 36m com linhas municipais e outro com 18m com linhas intermunicipais; do outro lado da rua, um ponto com 18m, onde terão linhas mistas: municipais e intermunicipais.
O usuário poderá contar dessa forma com mais espaço, organização, conforto e segurança, evitando dúvidas sobre destinos e até mesmo aglomerações. As linhas e itinerários não mudam. O que muda é o espaço destinado à espera.
Além dos pontos citados, aproximadamente 80 novos pontos de ônibus já foram instalados em diversos bairros de Guararema. Contando com uma estrutura resistente ao sol e à chuva, os novos pontos possuem também lixeiras e painéis que embelezam a cidade, com diversas fotos de orquídeas nas mais variadas espécies locais.

Mais da metade da frota de ônibus de Fortaleza é acessível

                Ônibus acessível | Foto: Paula Andrade
Dos 1.800 coletivos, 980 estão equipados para garantir o direito de ir e vir de cidadãos com deficiência ou mobilidade reduzida.
As políticas públicas que promovem a equiparação de oportunidades e a inclusão social das pessoas com deficiência em Fortaleza são destaque entre as ações da Prefeitura. Hoje, sexta-feira (21), a cidade comemora o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência com mais da metade de sua frota de ônibus acessível. Dos 1.800 coletivos que trafegam atualmente na Capital, 980 estão equipados para garantir o direito de ir e vir de cidadãos com deficiência ou mobilidade reduzida.
Como a acessibilidade veicular está em constante ampliação, a expectativa é que toda a frota esteja adaptada até 2014. Nos últimos oito anos, a frota acessível aumentou de 23 para quase mil ônibus com elevador. Além dos ônibus, 124 veículos do transporte complementar (vans) e 40 táxis são acessíveis. Atualmente, a frota de táxi em Fortaleza é a maior que opera em uma capital brasileira na modalidade inclusiva, ou seja, podendo conduzir pessoas com ou sem deficiência e/ou mobilidade reduzida e sempre cobrando a mesma tarifa dos táxis convencionais.

Ônibus são lentos, superlotados e desorganizados na capital

                            Nilton Fukuda/AE
Felipe Frazão, de O Estado de S.Paulo
A construção de corredores exclusivos de ônibus aparece em quase todos os discursos dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. Mas um outro problema, ligado à administração do sistema, poderia ajudar bastante, segundo especialistas, a reduzir a espera dos passageiros nos pontos de ônibus: a melhor distribuição das linhas pelos bairros do município.
Sete meses após a posse, o futuro prefeito terá a chance de enfrentar o gargalo. Terminam em julho de 2013 os contratos com as empresas concessionárias de ônibus e com as cooperativas de vans que prestam o serviço de transporte coletivo. São 15 mil veículos que percorrem 1,3 mil linhas espalhadas em oito regiões - as catracas dos ônibus paulistanos rodam, por dia, quase 10 milhões de vezes.
No contrato das concessionárias, em vigência há dez anos, há a possibilidade de prorrogação por mais cinco. Os das cooperativas não podem mais ser renovados.
Em geral, as linhas de ônibus fazem trajetos de cada uma das regiões e bairros em direção ao centro. As cooperativas mantêm as vans com traçados auxiliares entre os bairros e até os 28 terminais de ônibus. Mas faltam linhas entre as regiões da cidade, o que aumenta o tempo de espera dos passageiros nos pontos.
No primeiro semestre, a ouvidoria da São Paulo Transporte (SPTrans) registrou mais de 77 mil reclamações de usuários do sistema. O motivo principal (27 mil) é o intervalo excessivo de espera pelo ônibus. E quando ele chega, já está superlotado. O preço da passagem na cidade é R$ 3 - com o Bilhete Único é possível realizar até quatro viagens num período de 3 horas.
Para especialistas, a licitação permite rever por completo a organização do sistema, estabelecer novas metas de qualidade e redistribuir as linhas - concentrando as de trajeto semelhante em corredores. Segundo consultores em transportes, é indispensável aliar a reorganização ao investimento em corredores exclusivos. A gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD) não conseguiu concluir os 66 quilômetros de corredores prometidos em 2008. Só em maio abriu licitação para a construção das vias exclusivas, no valor de R$ 2,3 bilhões.
Para o mestre em Transportes pela USP Sérgio Ejzenberg, os ônibus devem complementar o transporte de massa do metrô - sistema de transporte sob responsabilidade do governo estadual -, fazer a ligação com as estações e terminais. Ele defende que é o momento de rearranjar o sistema, transferindo linhas para corredores com faixa na esquerda, veículos biarticulados e ônibus expressos e paradores. A proposta dele é que, nos bairros, a Prefeitura deixe ônibus menores e com maior frequência de passagem, para reduzir o tempo de espera. "Esperar mais do que 10 minutos numa periferia para trabalhar às 5h da manhã é desesperador. A lotação do ônibus só interessa ao transportador."
O engenheiro de trânsito Flamínio Fichmann defende que a nova licitação acabe com a regionalização dos consórcios: "Os editais só atendem ao interesse dos empresários, em função das áreas tradicionais em que eles operam". Para Fichmann, São Paulo precisa criar mais linhas "perimetrais" - entre as regiões -, baseadas em necessidades de viagem que já podem ser identificadas pela SPTrans com análise de informações de sistema GPS dos veículos e do bilhete único dos passageiros. "Assim haveria maior cobertura, com linhas novas e ônibus de menor capacidade, que operam onde grandes não entram."
Mestre em Transportes pela USP, Horácio Figueira aposta na criação de linhas-tronco, que façam percursos fixos em corredores de ônibus conectados por GPS com os semáforos, para acelerar as viagens. "É só colocar as linhas em corredores. Precisamos deixar o ônibus andar, dar velocidade", afirma.

MARCOPOLO TEM NOVO ÔNIBUS

350 mil unidades vendidas
A Marcopolo anunciará no próximo Salão do segmento de transporte coletivo a ser realizado no Rio de Janeiro, em outubro, um novo produto dentro de sua linha de ônibus rodoviários e intermunicipais. O novo ônibus foi projetado dentro dos mais modernos conceitos de produção, com um ótimo aproveitamento do espaço interno.
Também na FetransRio/2012, a encarroçadora caxiense, uma das maiores do mundo, deverá expor o exemplar que marca a produção de 350 mil unidades nestes 66 anos de vida da Marcopolo. 
O novo produto a ser oferecido ao mercado de fretamento e o ônibus 350 mil estão sendo mantidos em segredo pela empresa, que só vai liberar o material à imprensa a partir do próximo dia 25 do corrente.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mercedes-Benz Citaro Euro 6 é “Autocarro do Ano 2013”

Prémio entregue em Hannover
O Mercedes-Benz Citaro Euro 6 ganhou o prestigiado título de “Autocarro Urbano Internacional do Ano 2013”, prémio atribuído por um painel de jornalistas da imprensa especializada europeia e entregue em cerimónia realizada durante o Salão de Veículos Comerciais de Hannover. O novo Mercedes-Benz Citaro é o primeiro autocarro que está disponível, de fábrica, com tecnologia Euro 6. Para cumprir os limites da norma europeia que será obrigatória a partir de 1 de janeiro de 2014 para novas matrículas, os autocarros contam com um sistema complexo de controlo de emissões que combina a tecnologia Mercedes-Benz SCR, que compreende injeção de AdBlue e um conversor catalítico de oxidação com um sistema de recirculação refrigerado de gases de escape e filtro de partículas.
Para cumprir a norma Euro 6, a Daimler desenvolveu uma geração totalmente nova de motores de seis cilindros em linha que no Mercedes-Benz Citaro estão disponíveis nas variantes de 7,7 litros (OM 936) e 10,7 litros (OM 470). Ambos cumprem a norma ambiental e caraterizam-se pelo baixo consumo de combustível, óleo e AdBlue. Apesar destas inovações técnicas o peso do autocarro não foi penalizado nem o espaço. Para ajudar ainda a reduzir custos existe um inovador módulo de recuperação de energia de 24V: a energia produzida pelo alternador durante as fases de desaceleração é armazenada em “supercondensadores” que pode ser utilizada pelo autocarro durante a fase de aceleração. A reduzida altura de embarque das portas traseiras também ajuda a baixar o consumo de combustível. A Daimler reivindica que, em condições normais de utilização, o Mercedes-Benz Citaro Euro 6 proporciona uma redução no consumo de combustível entre três a cinco por cento, o que corresponde a cerca de mil litros de gasóleo ou 2,6 toneladas de CO2 por ano. A manutenção do filtro de partículas é de 120 mil quilómetros ou dois anos.
por: Carlos Moura

FPT assina acordo com VDL Bus

Motor Cursor 9 Euro 6 equipará ônibus urbanos da família Citea na Europa
A FPT Industrial, produtora de motores do Grupo Fiat, assinou uma carta de intenções para o fornecimento de sistemas de propulsão para a VDL Bus e Coach, empresa de origem alemã e importante fabricante de ônibus da Europa, com fábricas na Holanda e Bélgica. Pelo acordo, os motores serão customizados para equipar os ônibus urbanos da família Citea.
Será fornecido o motor FPT Cursor 9 Euro 6 de 8,7 litros e seis cilindros nas versões 228 kW (310hp) e 265kW (360hp) de potência, dotados de tecnologia commom rail de injeção. O propulsor tem sistema de redução catalítica seletiva SCR, que dispensa o uso de Arla 32, para atender os níveis de emissões da nova legislação Euro 6, que entra em vigor no continente em 2014.
“O acordo com a VDL representa para a FPT Industrial um importante passo na expansão do escopo do nosso negócio e o reconhecimento de nossa liderança tecnológica. Nosso sistema único patenteado HI-eSCR para o Euro 6 permite eficiência sem precedentes, atendendo às demandas da VDL e de seus clientes por propulsores mais limpos e eficientes em termos de custos operacionais”, afirma Giovanni Bartoli, CEO mundial da FPT Industrial. 
“Baseados em nossos critérios de veículos de peso baixo, utilização da capacidade, consumo de combustível e custo total da operação, escolhemos o FPT Cursor 9 para nossa gama Citea. Como resultado, todos os nossos veículos poderão cumprir perfeitamente as exigências do mercado. Com a FPT Industrial como um fornecedor de qualidade superior, estamos convencidos de que nossos clientes vão continuar a encontrar na VDL uma escolha acertada”, comentou Rémi Henkemans, diretor da VDL Bus & Coach.

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